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	<title>MamaMia</title>
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	<description>espaço destinado a gestante e lactante.</description>
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		<title>Efeitos (negativos) da fortificação do Leite Humano em prematuros.</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 11:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[MamaMia]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação e prematuridade]]></category>
		<category><![CDATA[prematuridade]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido pré termo]]></category>
		<category><![CDATA[RNPT]]></category>

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		<description><![CDATA[O conteúdo protéico e a fortificação do leite humano influenciam no refluxo gastroesofágico em recém-nascidos prematuros. Aceti A, Corvaglia L, &#8230;<p><a href="http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/28/efeitos-negativos-da-fortificacao-do-leite-humano-em-prematuros/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2584&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O conteúdo protéico e a fortificação do leite humano influenciam no refluxo gastroesofágico em recém-nascidos prematuros.</strong></p>
<p><strong></strong>Aceti A, Corvaglia L, Paoletti V, Mariani E, Ancora G, Galletti S, Faldella G.</p>
<p>JPGN 49:613–618, 2009</p>
<p><strong>OBJETIVOS: </strong>Afirma-se que o leite humano (LH) pode não fornecer energia suficiente e nutrientes para os prematuros, e que precisa de ser fortificado para isso. Nosso objetivo foi determinar se o teor de gordura, teor de proteína, e a osmolaridade do LH antes e após da fortificação pode afetar o refluxo gastroesofágico (RGE) em prematuros sintomáticos.</p>
<p><strong>MÉTODOS:</strong> O refluxo gastroesofágico foi avaliado com impedância intraluminal (pH-MII) em 17 prematuros sintomáticos alimentados somente com LH e com LH fortificado. A gordura do leite materno e o teor de proteína foram analisados por <em>near-infrared reflectance</em>. A osmolaridade do leite materno foi testada antes e depois da fortificação. Os índices de refluxo gastroesofágico foram comparados antes e após a fortificação e foram relacionadas com o teor de gordura, proteína e osmolaridade antes e após a fortificação.</p>
<p><strong>RESULTADOS:</strong> Uma correlação inversa foi encontrada entre o conteúdo de proteína do LH e o índice de refluxo ácido (RIpH: P = 0,041, rho =- 0,501). Depois da fortificação a osmolalidade ultrapassou muitas vezes os valores recomendados para a alimentação infantil, além disso, aumentaram os índices de refluxo não ácido (p&lt;0,05).</p>
<p><strong>CONCLUSÕES:</strong> O conteúdo protéico do LH pode influenciar no RGE em prematuros. A fortificação padrão do LH pode piorar os índices de RGE e, devido à extrema variabilidade na composição do LH, pode-se superar a ingestão recomendada de proteínas e ultrapassar a osmolalidade recomendada. Assim, uma fortificação individualizada, com base na análise da composição do LH, poderia otimizar tanto o consumo de nutrientes quanto a tolerância a alimentação.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2584/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2584&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Justificativas para uso de suplemento em recém-nascidos de baixo risco de um Hospital Amigo da Criança.</title>
		<link>http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/25/justifi-cativas-para-uso-de-suplemento-em-recem-nascidos-de-baixo-risco-de-um-hospital-amigo-da-crianca/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 03:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[MamaMia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Do total de justificativas, menos de um décimo delas estava de acordo com os critérios da Iniciativa Hospital Amigo da &#8230;<p><a href="http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/25/justifi-cativas-para-uso-de-suplemento-em-recem-nascidos-de-baixo-risco-de-um-hospital-amigo-da-crianca/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2757&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Do total de justificativas, menos de um décimo delas estava de acordo com os critérios da Iniciativa Hospital Amigo da Criança. A baixa ocorrência de justificativas aceitáveis pela Iniciativa Hospital Amigo da Criança pode estar relacionada a: (1) inadequação entre a condição clínica do recém-nascido e o registro da justificativa; (2) equívoco no diagnóstico; (3) desconhecimento das indicações de uso de suplemento segundo a Iniciativa Hospital Amigo da Criança ou dos malefícios que o uso indevido de suplemento pode acarretar na duração do aleitamento materno; (4) ser reflexo da opinião dos profissionais e das mães em relação à amamentação&#8221;</p>
<p>Leia o trabalho na íntegra, que vocês vão perceber que o grande número de indicações de fórmula é por desconhecimento sobre a fisiologia da lactação por parte dos profissionais, a falta de conhecimento das mães em relação a importância do aleitamento materno para a saúde da criança.</p>
<p><a href="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2012/01/justificativa-para-o-uso-de-complemento.pdf"><span style="color:#000000;">leia aqui:</span> artigo</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2757/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2757&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Bem vindos a SMAM 2012.</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 16:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[SMAM]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Mundial deAmamentação 2012]]></category>
		<category><![CDATA[SMAM 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[Compreendendo o Passado &#8211; Planejando o Futuro. Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância (OMS/UNICEF) &#8230;<p><a href="http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/22/bem-vindos-a-smam-2012/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2739&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compreendendo o Passado &#8211; Planejando o Futuro.</p>
<p><a href="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2012/01/waba20121.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2741" title="WABA2012" src="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2012/01/waba20121.png?w=529&#038;h=789" alt="" width="529" height="789" /></a></p>
<p><strong>Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância (OMS/UNICEF)</strong></p>
<p align="justify"> A Organização Mundial da Saúde e o UNICEF desenvolveram este documento para revitalizar a atenção do mundo sobre o impacto que as práticas alimentares têm no estado nutricional, crescimento e desenvolvimento, na saúde e na sobrevivência das crianças pequenas.  Renova o compromisso mundial acerca da nutrição adequada dos lactentes e crianças de primeira infância e, em particular, da amamentação e da alimentação complementar apropriada. A Estratégia Global é um guia para a ação na alimentação infantil. Identifica as intervenções que têm impacto positivo sobre a saúde de crianças pequenas, demonstradas pelas evidências científicas e epidemiológicas. Também enfatiza a necessidade de apoio às mães e às famílias e define as obrigações e responsabilidades dos governos e demais instituições interessadas.</p>
<p align="justify">Baixe aqui o guia: <a href="http://www.ibfan.org.br/documentos/ibfan/doc-286.pdf">Estratégia global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância </a></p>
<p align="justify">Fonte texto: IBFAN</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2739/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2739&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">WABA2012</media:title>
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		<title>The Mid-Pacific Conference.</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 02:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2734&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2012/01/mjc2_ok.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2735" title="MJC2_ok" src="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2012/01/mjc2_ok.jpg?w=529&#038;h=2081" alt="" width="529" height="2081" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mamamiaamamentar.wordpress.com/2734/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2734&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title></title>
		<link>http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/18/2677/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 18:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[MamaMia]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na imagem para visualizar melhor!<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2677&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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	</item>
		<item>
		<title>Feliz Aniversário MamaMia &#8211; 4 anos na rede.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 13:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Está na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[MamaMia]]></category>

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	</item>
		<item>
		<title>Comparação do tempo de adesão ao aleitamento materno de crianças portadoras de Paralisia Cerebral e crianças sem comprometimento neurológico</title>
		<link>http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/09/comparacao-do-tempo-de-adesao-ao-aleitamento-materno-de-criancas-portadoras-de-paralisia-cerebral-e-criancas-sem-comprometimento-neurologico/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[MamaMia]]></category>
		<category><![CDATA[Amamentação e paralisia Cerebral]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Karla de Toledo Candido, Mayra M. M. Daí e Thaís R. Ma deFreitas Objetivos O propósito deste estudo foi &#8230;<p><a href="http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/09/comparacao-do-tempo-de-adesao-ao-aleitamento-materno-de-criancas-portadoras-de-paralisia-cerebral-e-criancas-sem-comprometimento-neurologico/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2657&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Karla de Toledo Candido, Mayra M. M. Daí e Thaís R. Ma deFreitas</p>
<p><strong>Objetivos</strong><br />
O propósito deste estudo foi detectar se o tempo de adesão ao aleitamento materno em crianças portadoras de paralisia cerebral difere<br />
das crianças sem comprometimento neurológico, investigando a relação do reflexo de sucção neste processo.</p>
<p><strong>Material e Métodos</strong><br />
Estudo transversal, no qual foram utilizados questionários semi-estruturado contendo questões referentes ao desenvolvimento<br />
gestacional, parto, intercorrências após o nascimento e aleitamento materno, aplicado a 91 mães de crianças, para constituírem dois<br />
grupos distintos. Grupo SCN formado de 36 crianças sem comprometimento neurológico e o grupo PC formado por 55 crianças<br />
portadoras de paralisia cerebral. Com idade variando entre 4 meses e 14 anos. Os dados encontrados foram analisados através do teste<br />
t de student (α=5%) para comparação entre os grupos e pelo Epi Info para obtenção de freqüência e percentual das variáveis estudadas.</p>
<p><strong>Resultados e Discussão</strong><br />
A freqüência e o tempo de internação difere muito entre os grupos, sendo o grupo PC com maiores valores de internações (67,3%). Ao comparar o ato de sugar entre o GSCN e o GPC foi observada diferença significativa (p= 0,03), reforçando a teoria de que a atividade<br />
reflexa primitiva é um grande indicador de normalidade do sistema nervoso sendo o de sucção o mais observado pela mãe. A não<br />
adesão ao aleitamento materno pode ser devido a longa permanência hospitalar e cuidados realizados na UTI neonatal, que acabam por alterar o padrão de sucção, que é estabelecido nas primeiras mamadas, tendo de ser avaliado, para intervenção e correção através da estimulação da sucção não nutritiva.1,2,3<br />
Não foi observada diferença significativa ao se analisar o tempo de amamentação entre os dois grupos (p= 0,26).</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
Não foi observada diferença significativa no tempo de adesão ao aleitamento materno entre os grupos de crianças sem<br />
comprometimento neurológico e portador de paralisia cerebral, a ausência da sucção foi o principal fator complicador para a não adesão<br />
ao aleitamento materno nas crianças do grupo portador de paralisia cerebral.</p>
<p><strong>Referências Bibliograficas</strong><br />
1 Rezende MB, Xavier CC, Moraes ST, Aleitamento materno em RN de muito baixo peso alimentados através do copo.<br />
2 Sanches MTC, Manejo clinico das disfunções orais na amamentação, Jped 2004,80 (5):155-162<br />
3 Andrade ISN, Guedes ZCF, Sucção do RNPT, Rev. Bras. Saúde Matern.Infant., 2005 jan/mar 61-69.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Efeitos da sucção à mamadeira e ao seio materno em bebês prematuros</title>
		<link>http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/05/efeitos-da-succao-a-mamadeira-e-ao-seio-materno-em-bebes-prematuros/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 00:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[MamaMia]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação e prematuridade]]></category>

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		<description><![CDATA[ Bottle and breast sucking effects in premature infants Efectos de la succión al biberón y al seno materno en bebés &#8230;<p><a href="http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2012/01/05/efeitos-da-succao-a-mamadeira-e-ao-seio-materno-em-bebes-prematuros/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2653&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"> <strong><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;"><em>Bottle and breast sucking effects in premature infants</em></span></strong></p>
<p align="left"><strong><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;"><em>Efectos de la succión al biberón y al seno materno en bebés prematuros </em></span></strong></p>
<p align="left"> <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Maria Helena Abud da Silva<sup>1</sup>; Cristina Ide Fujinaga<sup>2</sup>; Adriana Moraes Leite<sup>3</sup>; Andreara de Almeida e Silva<sup>4</sup>; Moacyr Lobo da Costa Junior<sup>5</sup>; Carmen Gracinda Silvan Scochi<sup>6</sup> </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><sup>1</sup>Mestre em Enfermagem em Saúde Pública e Enfermeira do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto-SP. Brasil. E-mail: <a href="mailto:mhabud@ig.com.br">mhabud@ig.com.br</a><br />
<sup>2</sup>Pós-doutoranda da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP/USP), Ribeirão Preto-SP, Prof. Adjunto B do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Estadual do Centro-Oeste/Paraná, Irati-PR. Brasil. E-mail: <a href="mailto:cifujinaga@gmail.com">cifujinaga@gmail.com</a><br />
<sup>3</sup>Prof. Doutor do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da EERP/USP, Ribeirão Preto-SP. Brasil. Email: <a href="mailto:drileite@eerp.usp.br">drileite@eerp.usp.br</a><br />
<sup>4</sup>Enfermeira, graduada pela EERP/USP, Ribeirão Preto-SP (Brasil). Email: <a href="mailto:andreara.almeida@yahoo.com.br">andreara.almeida@yahoo.com.br</a><br />
<sup>5</sup>Prof. Livre Docente do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da EERP/USP, Ribeirão Preto-SP. Brasil. E-mail: <a href="mailto:mlobojr@eerp.usp.br">mlobojr@eerp.usp.br</a><br />
<sup>6</sup>Prof. Titular do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da EERP/USP. Bolsista produtividade em pesquisa do CNPq. Brasil. E-mail: <a href="mailto:cscochi@eerp.usp.br">cscochi@eerp.usp.br</a></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> Autor correspondente: Carmen Gracinda Silvan Scochi<br />
Avenida Bandeirantes, 3900 — CEP: 14040-902 — Ribeirão Preto-SP. Brasil. E-mail: <a href="mailto:cscochi@eerp.usp.br">cscochi@eerp.usp.br</a></span></p>
<hr align="JUSTIFY" noshade="noshade" size="1" />
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A alimentação do prematuro é uma preocupação na assistência neonatal e o aleitamento materno tem sido recomendado. Entretanto, nem todos os serviços preconizam alimentação ao seio materno a essa clientela. O objetivo do estudo foi comparar os efeitos da sucção à mamadeira e ao seio materno sobre a saturação de oxigênio, temperatura cutânea, freqüências cardíaca e respiratória. Trata-se de estudo de caso, no qual cada prematuro foi controle dele próprio, sendo submetido a sessões de sucção à mamadeira e ao seio materno. Realizaram-se 76 sessões de sucção, nas quais se monitorou as variáveis temperatura cutânea, freqüência cardíaca e respiratória e saturação de oxigênio. A temperatura cutânea, freqüências cardíaca e respiratória não apresentaram diferenças estatisticamente significantes. Houve alterações importantes na saturação de oxigênio, com maior ocorrência para sucção à mamadeira. Concluiu-se que a sucção ao seio materno mostrou-se menos estressante do que a sucção à mamadeira quanto à saturação de oxigênio.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> <strong>Descritores:</strong> Prematuro; Comportamento de Sucção; Aleitamento Materno; Mamadeira.</span></p>
<hr align="JUSTIFY" noshade="noshade" size="1" />
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Feeding a premature infant is a concern when it comes to neonatal care and breastfeeding has been recommended. However, not all services advocates breastfeeding to their patients. The aim of this study was to compare the effects of sucking on the feeding bottle and on the breast regarding the oxygen saturation, skin temperature, heart as well as respiratory rates. Each of the premature infants was its own control, being submitted to bottle suction sections as well as breastfeeding sections. In total, 76 sections of suction were carried out, in which the variables skin temperature, heart and respiratory rates as well as oxygen saturation were monitored. Skin temperature and heart and respiratory rates did not present statistically significant differences. There were important alterations in oxygen saturation, with greater occurrence for feeding bottle. Breast suction was shown to be less stressful than the feeding bottle suction, concerning oxygen saturation.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> <strong>Descriptors:</strong> Premature Infant; Sucking Behavior; Breast Feeding; Bottle.</span></p>
<hr align="JUSTIFY" noshade="noshade" size="1" />
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">La alimentación del prematuro es una preocupación en la asistencia neonatal y la lactancia materna ha sido recomendada. Sin embargo, ni todos los servicios preconizan alimentación al seno materno a esa clientela. Este estudio tuvo como objetivo comparar los efectos de la succión al biberón y al seno materno sobre la saturación de oxígeno, temperatura cutánea, frecuencias cardíaca y respiratoria. Se trata de estudio de caso, en el cual cada prematuro fue control de si mismo, siendo sometido a sesiones de succión al biberón y al seno materno. Se realizaron 76 sesiones de succión, en las cuales fueron monitoreadas las variables temperatura cutánea, frecuencia cardíaca y respiratoria y saturación de oxígeno. La temperatura cutánea, frecuencias cardíaca y respiratoria no presentaron diferencias estadísticamente significantes. Hubo alteraciones importantes en la saturación de oxígeno, con mayor incidencia para succión al biberón. Se concluyó que la succión al seno materno se reveló menos estresante que la succión al biberón cuanto a la saturación de oxígeno.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> <strong>Descriptores: </strong>Prematuro; Conducta en la Lactancia; Lactancia Materna; Biberones.</span></p>
<hr align="JUSTIFY" noshade="noshade" size="1" />
<p align="justify"> <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;"><strong>Introdução</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A alimentação do bebê prematuro tem sofrido transformações ao longo última década, principalmente no que se refere ao incentivo do aleitamento materno. A implantação do Método Canguru<sup>(1)</sup>, a humanização na assistência das Unidades de Terapia Intensiva Neonatal e envolvimento da família no cuidado<sup>(2-3)</sup> têm contribuído para mudança nas condutas relacionadas à alimentação do prematuro.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Há o reconhecimento de que o leite humano possui valiosas propriedades bioquímicas, nutricionais, imunológicas e anti-infecciosas, as quais acrescidas dos aspectos psicoemocionais e sociais que envolvem o processo de crescimento e desenvolvimento dos prematuros de muito baixo peso ao nascer, tornam a amamentação materna como um dos métodos mais adequados para alimentação desses bebês<sup>(1,4)</sup>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Apesar das vantagens apontadas, não são todos os serviços que indicam precocemente a alimentação no seio materno para prematuros<sup>(5-6)</sup>. Apesar das recomendações do Ministério da Saúde sobre as indicações da mamadeira em prematuros, há menção na literatura de que a transição da alimentação gástrica para via oral ocorre na mamadeira como uma etapa intermediária para o início da sucção ao seio materno<sup>(7)</sup>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O prematuro apresenta como peculiaridade a imaturidade do sistema sensório-motor oral e a coordenação das funções de sucção-deglutição-respiração<sup>(4)</sup>, coordenação essa que difere em seus mecanismos na sucção ao seio<sup>(2)</sup> e na mamadeira<sup>(5-6)</sup>, submetendo o prematuro a riscos na sua estabilidade clínica e aspiração do leite do processo de transição da alimentação gástrica para via oral.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Assim, o objetivo do presente estudo foi comparar o efeito da sucção à mamadeira e ao seio materno sobre a saturação de oxigênio, a temperatura cutânea e as frequências cardíaca e respiratória.</span></p>
<p align="justify"> <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;"><strong>Métodos</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Trata-se de uma pesquisa do tipo estudo de caso, na qual dois métodos de oferecimento do leite ao prematuro, sucção à mamadeira e sucção ao seio materno, foram administrados, procurando-se comparar os seus efeitos na saturação de oxigênio, temperatura cutânea, freqüências cardíaca e respiratória, durante as sessões de sucção.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O estudo foi realizado em um hospital universitário localizado no interior do Estado de São Paulo, Brasil. Foi aprovado pelo Comitê de Ética dessa instituição, processo n° 6209, e todas as mães assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A amostra foi constituída de 76 sessões de sucção de 6 bebês pré-termo e de muito baixo peso (B1&#8230; B6) que atendiam aos seguintes critérios: desejo materno de amamentar; mães em fase de lactação por ocasião do início da coleta de dados; condição clínica estável do prematuro, ou seja, sem alterações da função cardiorrespiratória, ganhando peso, alimentando-se por via gástrica, presença de sucção não-nutritiva e capacidade de se manter estável fora da incubadora; peso inferior a 1500 gramas por ocasião do início do estudo; idade corrigida entre 32 e 34 semanas, segundo método de Ballard; ausência de quaisquer alterações estruturais ou funcionais no prematuro que poderiam interferir na habilidade de se alimentar por via oral, tais como tônus global anormal, reflexos orais deprimidos, obstrução nasal severa, anomalias craniofaciais, hemorragia intracraniana severa e broncodisplasia dependente de oxigênio; ausência de problemas anátomo-patológicos e sociais maternos que interfeririam na amamentação, tais como cirurgias, patologias e malformações mamárias que dificultariam a lactação, intercorrências severas da lactação como ingurgitamentos, mastites e traumas mamilares severos; ausência de doenças e procedimentos terapêuticos que contra-indicassem o aleitamento materno (AIDS, drogas, etc.).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Optou-se por considerar cada prematuro ser o seu próprio controle nos dois métodos de alimentação. Realizou-se, para todas as mães, o aconselhamento das técnicas de ordenha mamária para a manutenção da lactação materna e estimulou-se, precocemente, o contato pele a pele entre mãe e filho.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Todos os bebês recebiam alimentação via sonda gástrica por ocasião do início da coleta de dados e, até que fosse indicado clinicamente que esses prematuros pudessem ser alimentados exclusivamente por via oral, as sessões de sucção à mamadeira e sucção ao seio materno foram alternadas, de modo que somente uma sessão de sucção diária foi realizada; os demais horários de alimentação continuavam por sonda gástrica.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Em todas as sessões de sucção à mamadeira foram utilizados bicos padronizados pela instituição e a fórmula láctea prescrita foi administrada em temperatura inicial de 37ºC. As mamadeiras foram administradas por um único profissional, com o intuito de eliminar o efeito de técnica que os diferentes profissionais pudessem utilizar na alimentação por via oral.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Os prematuros foram preparados para as sessões de sucção à mamadeira e sucção ao seio materno, instalando-se os sensores cutâneos do monitor cardiorrespiratório, frequências cardíaca e respiratória (PC SCOUT Monitor 90309/Spacelabs Medical) e o monitor de temperatura cutânea (MT 800 Imbracrios).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">As medidas saturação de oxigênio, temperatura cutânea, frequências cardíaca e respiratória registradas pelo monitores foram armazenadas e gravadas continuamente na memória do monitor, em forma numérica, em intervalos de um minuto.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Esse procedimento foi realizado desde 10 minutos antes do início de cada sessão de sucção (linha basal), durante sessão de sucção e 10 minutos após (recuperação). Como critério para interrupção da sessão de alimentação, considerou-se a situação de risco que a alimentação oferecia, sendo a presença de eventos que indicassem angústia respiratória, instabilidade ou alterações importantes nos parâmetros fisiológicos monitorados, tais como: cianose, palidez, náuseas, episódios de engasgo, hipotonia e alterações na saturação de oxigênio (&lt;92%), frequência cardíaca (&lt;120 ou &gt;140 batimentos por minuto), frequência respiratória (&lt;30 ou &gt;60 movimentos respiratórios por minuto) e temperatura cutânea (&lt;36ºC).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Para analisar se as diferenças entre as sessões de sucção à mamadeira e sucção ao seio materno eram estatisticamente significativas utilizou-se o teste não paramétrico de Wilcoxon Matched — Pairs Signed — Rankz Test. Para tal os dados foram pareados da primeira até a sexta sessão de sucção à mamadeira e sucção ao seio materno, desprezando-se aqueles da sétima sessão dos bebês B1 e B5 pela redução acentuada da amostragem.</span></p>
<p align="justify"> <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;"><strong>Resultados</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O Quadro 1 descreve a caracterização e comportamento dos bebês estudados durante as sessões de sucção na mamadeira.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Quadro 1 — Caracterização e comportamento dos bebês estudados durante as sessões de sucção na mamadeira. Ribeirão Preto, SP, Brasil, 1999</strong></span></p>
<p align="center"><img class="alignleft" src="http://www.revistarene.ufc.br/vol12n1_imagens/a11q1.jpg" alt="" width="508" height="1248" /></p>
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<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O Quadro 2 mostra os dados relativos aos mesmos prematuros por ocasião das sessões de sucção ao seio materno.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Quadro 2 — Caracterização e comportamento dos bebês estudados durante as sessões de sucção no seio materno. Ribeirão Preto, SP, Brasil, 1999.</strong></span></p>
<p align="center"><img class="alignleft" src="http://www.revistarene.ufc.br/vol12n1_imagens/a11q2.jpg" alt="" width="508" height="1216" /></p>
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<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Os principais sinais clínicos de alarme observados que caracterizaram a presença de situações de risco foram: batimento de asas nasais (92,1% das sessões de sucção à mamadeira e em 78,9% de sucção ao seio materno); palidez, cianose peri-oral e hipotonia (52,6% das sessões de sucção à mamadeira e em 28,9% de sucção ao seio materno) e episódios de engasgo (21% das sessões de sucção à mamadeira e não foram observados nas sessões de sucção ao seio materno).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Considerando-se que não houve variações nos dados relativos à frequência cardíaca e respiratória e temperatura corporal, realizou-se a análise detalhada do parâmetro saturação de oxigênio quanto ao número de situações de risco ocorridas, tempo mínimo de duração e valor mínimo da saturação de oxigênio nestas situações de risco, comparando-se aos dados de sucção à mamadeira e sucção ao seio materno nas diversas sessões de sucção.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Quadro 3 — Comparação das sessões pareadas de sucção à mamadeira e ao seio materno em valores da probabilidade p segundo o peso, a idade corrigida, situações de risco, tempo mínimo de situações de risco, valores mínimos de saturação de oxigênio nas situações de risco e sessões interrompidas devido situação de risco. Ribeirão Preto, SP, Brasil, 1999.</strong></span></p>
<p align="center"><img class="alignleft" src="http://www.revistarene.ufc.br/vol12n1_imagens/a11q3.jpg" alt="" width="508" height="503" /></p>
<p align="justify"> <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O Quadro 3 mostra os valores do referido teste em seis sessões comparadas de forma pareada, sucção à mamadeira e sucção ao seio materno, obtidos para o peso e idade corrigida dos bebês, bem como aqueles relativos à variável saturação de oxigênio: número de situações de risco (saturação de oxigênio &lt;92%), tempo mínimo de duração, valor mínimo da saturação de oxigênio nas situações de risco e interrupção ou não da sessão devido ao risco ocorrido pela queda da saturação de oxigênio e/ou aparecimento de outros sinais clínicos de alarme. O resultado do teste em cada sessão pareada refere-se à comparação dos dados relativos aos 6 bebês (B1, B2&#8230; B6) em sucção à mamadeira e sucção ao seio materno.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Na comparação dos dados relativos ao número de situações de risco, não houve diferenças estatisticamente significativas entre sucção à mamadeira e sucção ao seio materno, até a sessão pareada 5. Na última sessão pareada <sup>(6)</sup>, ocorreu maior risco para sucção na mamadeira, com diferença estatística significante. Na última sessão, isto é, quando os bebês tinham peso maior e idade corrigida próxima do termo, a diferença significante encontrada justifica-se pela ocorrência de situações de risco em praticamente todas as sessões de sucção à mamadeira e em nenhuma de sucção ao seio materno.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Do total de sessões interrompidas durante a coleta de dados, 25 ocorreram nas sessões de sucção à mamadeira e 8 de sucção ao seio materno. Ao compará-las separadamente entre as seis sessões pareadas, constatou-se que o número de interrupções no procedimento sucção à mamadeira foi estatisticamente significativamente maior nas sessões pareadas 2, 3 e 4.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Na sessão pareada 1, ocasião em que os bebês possuíam menor peso e maturidade, todas as sessões de sucção à mamadeira e ao seio materno foram interrompidas devido ao risco, exceto em um caso. Quanto à comparação do tempo mínimo de duração das situações de risco, houve diferenças estatisticamente significativas em todas as sessões, exceto na quinta sessão. Nas sessões pareadas 1 a 4 de sucção à mamadeira e seio materno, a diferença significativa encontrada deveu-se ao tempo mínimo de duração das situações de risco ter sido sempre maior nas sessões de sucção à mamadeira do que nas de seio materno.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Quanto à comparação dos valores mínimos de saturação de oxigênio nas situações de risco nos bebês, durante os procedimentos sucção à mamadeira e sucção ao seio materno, houve diferenças estatisticamente significativas em todas as sessões. Assim, constatou-se a ocorrência de valores significativamente menores de saturação de oxigênio nas sessões de sucção à mamadeira do que de sucção ao seio materno.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Finalizando, os resultados obtidos no estudo apontam para a maior ocorrência de eventos hipoxêmicos nos bebês nascidos pré-termo e de muito baixo peso, durante sessões de sucção à mamadeira, pois os valores de tempo mínimo das situações de risco foram maiores e os valores mínimos de saturação de oxigênio foram menores do que aqueles obtidos nas sessões de sucção ao seio materno, com significância estatística.</span></p>
<p align="justify"> <strong><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;">Discussão</span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A temperatura cutânea, frequências cardíaca e respiratória não variaram significativamente durante as sessões de sucção à mamadeira e ao seio materno, mantendo-se dentro da faixa de normalidade definida no estudo. Com relação à temperatura cutânea, constata-se que esse resultado diferiu de outros estudos em que a temperatura do prematuro foi significativamente maior durante a alimentação no seio materno<sup>(7-10)</sup>. Os autores justificam esse aumento pelo contato pele a pele entre o prematuro e a mãe, o qual interfere na temperatura cutânea do bebê, aumentando-a.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Os dados relativos à saturação de oxigênio colaboram com aqueles encontrados na literatura<sup>(7-10)</sup> nos quais encontraram padrões diferentes da saturação de oxigênio durante os procedimentos na mamadeira e seio materno. Apesar do pequeno tamanho amostral, os resultados obtidos confirmam que, no contexto específico em que se deu esse estudo, a sucção à mamadeira é mais estressante para o prematuro do que sucção ao seio materno.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O prematuro que é alimentado no seio materno tem uma vantagem distinta daquele alimentado na mamadeira em relação à deglutição efetiva, sendo justificada pelo maior sincronismo entre as funções de sucção-deglutição-respiração. O prematuro suga frequentemente de 2 a 3 minutos antes da ejeção do leite à faringe, e esse tempo facilita o processo de preparação da deglutição e assegura que o bebê seja participante no ato da alimentação<sup>(11)</sup>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A velocidade do fluxo de leite pode também explicar as diferenças nos comportamentos alimentares durante a sucção à mamadeira e ao seio materno. A deglutição ocorre mais vezes quando o fluxo de leite é rápido e os bebês precisam interromper a respiração para deglutir e assim necessitam modificar as pressões de sucção, baseados na velocidade do fluxo de leite, ou seja, as sucções aumentam com fluxo baixo e diminuem ou param quando o fluxo é alto<sup>(12)</sup>. Talvez os prematuros possam modificar a pressão de sucção e/ou o fluxo do leite enquanto sugam ao seio, de forma que facilite uma alimentação melhor organizada, e não são capazes de fazer um ajuste similar durante a sucção à mamadeira<sup>(11)</sup>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Além disso, quanto mais o prematuro suga na mamadeira, maiores serão as dificuldades de transferir a alimentação para o seio, uma vez que o estímulo e a dinâmica da sucção são diferentes para esses dois métodos de alimentação e a bebê pode optar por aquele que se faz mais frequente<sup>(9)</sup>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">As atuais políticas nacionais e internacionais reforçam a importância do aleitamento materno para os prematuros como já mencionado anteriormente<sup>(1)</sup>. Entretanto, sabe-se que na prática clínica são muitas as dificuldades para as mães dos prematuros manterem a lactação<sup>(13)</sup>, diminuindo a prevalência do aleitamento materno exclusivo nesta clientela<sup>(14-15)</sup>. Assim, aponta-se a necessidade da implementação da atuação multiprofissional junto a essa população, valorizando as práticas de educação em saúde e destacando a importância das ações de apoio às mães para manutenção da lactação na unidade neonatal e após a alta hospitalar<sup>(16-17)</sup>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Como substituição ao uso da mamadeira, há outros métodos de transição da alimentação gástrica para via oral, tais como o uso do copinho<sup>(18-19)</sup>, translactação, paladai e finger feeding<sup>(19)</sup> que se mostraram métodos alternativos e seguros de alimentação para o prematuro.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Os dados obtidos fornecem subsídios para transformar as práticas assistenciais, no sentido de que é possível iniciar precocemente a sucção direta ao seio materno, em algumas mamadas diárias, sem se ter prejuízo para a estabilidade clínica do prematuro. Tal procedimento constitui-se em uma das estratégias de suporte ao incentivo ao aleitamento materno e ao favorecimento do vínculo mãe-filho, diminuindo os fatores de risco para o desenvolvimento infantil. A prematuridade é um dos principais fatores de risco no acompanhamento após a alta hospitalar e o aleitamento materno constitui em um aliado importante para o desenvolvimento adequado do bebê<sup>(20)</sup>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;"><strong>Conclusão</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A temperatura cutânea, freqüências cardíaca e respiratória não apresentaram diferenças estatisticamente significantes nas sessões de sucção à mamadeira e ao seio materno. Houve maior ocorrência de sinais clínicos de alarme (batimento de asas nasais, palidez, cianose peri-oral e hipotonia e episódios de engasgo) nas sessões de sucção na mamadeira em comparação ao seio materno, com diferença significante estaticamente na última sessão pareada <sup>(6)</sup>. Alterações importantes na saturação de oxigênio foram encontradas durante sessões de sucção à mamadeira, com maior ocorrência de eventos hipoxêmicos nos bebês nascidos pré-termo e de muito baixo peso. O número de interrupções no procedimento da mamada foi significativamente maior durante sucção à mamadeira nas sessões pareadas 2, 3 e 4; o tempo mínimo de duração das situações de risco também foi estatisticamente maior e o valor mínimo da saturação de oxigênio foi significativamente menor nas sessões de sucção à mamadeira, nas sessões pareadas 1, 2, 3 e 4.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Conclui-se que a sucção ao seio materno mostrou-se menos estressante do que a sucção à mamadeira quanto à saturação de oxigênio.</span></p>
<p align="justify"> <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:small;"><strong>Referências</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">1. Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Políticas de Saúde. Área de Saúde do Bebê. Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso: método canguru. Manual do curso. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 2. Aguayo J. Maternal lactation for preterm newborn infants. Early Hum Dev. 2001; 65(Suppl.) :S19-S29.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 3. Byers JF. Components of developmental care and the evidence for their use in the NICU. MCN Am J Matern Child Nurs. 2003; 28(3):174-80.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 4. Nascimento MBR, Issler H. Breastfeeding: making the difference in the development, health and nutrition of term and preterm newborns. Rev Hosp Clin Fac Med Univ São Paulo. 2003; 58(1):49-60.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 5. Neiva FCB, Leone CR. Sucção em recém nascidos pré-termo e estimulação da sucção. Pró-Fono. 2006; 18(2):141-50.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 6. Yamamoto RCC, Keske-Soares M, Weinmann ARM. Características da sucção nutritiva na liberação da via oral em recém-nascidos pré-termos de diferentes idades gestacionais. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2009; 14(1):98-105.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 7. Meier P. Bottle-and breast-feeding: effects on transcutaneous oxgyen pressure and temperature in preterm infants. Nurs Res. 1988; 37(1):36-41.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 8. Meier P, Pugh EJ. Breast-feeding behavior of small preterm infants. MCN American J Matern Children Nurs. 1985; 10(6):396-401.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">9. Meier P, Anderson GC. Responses of small preterm infants to bottle-and breast-feeding. MCN Am J Matern Children Nurs. 1987; 12(2):97-105.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 10. Chen CH, Wang TM, Chang HM, Chi CS. The effect of breast- and bottle-feeding on oxygen saturation and body temperature in preterm infants. J Hum Lact. 2000; 16(1):21-7.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 11. Lemons PK, Lemons JA. Transition to breast/bottle feedings: the premature infant. J Am Coll Nutr. 1996; 5(2):126-35.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 12. Bu’lock F, Lusobridge MW, Baum JD. Development of suckling, swallowing and breathing: ultrasound study of term and preterm infants. Dev Med Child Neurol. 1990; 32:669-78.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 13. Serra SOA, Scochi CGS. Dificuldades maternas no processo de aleitamento materno de prematuros em uma UTI neonatal. Rev Latino-am Enferm. 2004;12(4):597-605.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 14. Scochi CGS, Yeza FY, Góes FSN, Fujinaga CI, Ferecini GM, Leite AM. Alimentação láctea e prevalência do aleitamento materno em prematuros durante internação em um hospital amigo da bebê de Ribeirão Preto-SP, Brasil. Ciênc Cuid Saúde. 2008;7(2):145-54.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 15. Valete CO, Sichieri R, Peynea DPL, Mendonça LF. Análise das práticas de alimentação de prematuros em maternidade pública no Rio de Janeiro. Rev Nutr. 2009; 22(5):653-9.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 16. Oliveira MMC, Barbosa AL, Galvão MTG, Cardoso MVLML. Tecnologia, ambiente e interações na promoção da saúde ao recém-nascido e sua família. Rev Rene. 2009; 10(3):44-52.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 17. Lélis ALPA, Machado MFAS, Cardoso MVLML. Educação em saúde e a prática de enfermagem ao recém-nascido prematuro. Rev Rene. 2009; 10(4):60-9.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 18. Pedras CTPA, Pinto EALC, Mezzacappa MA. Uso do copo e da mamadeira e o aleitamento materno em recém-nascidos prematuros e a termo: uma revisão sistemática. Rev Bras Saúde Matern Infant. 2008; 8(2):163-9.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"> 19. Aquino RR, Osório MM. Alimentação do recém-nascido pré-termo: métodos alternativos de transição da gavagem para o peito materno. Rev Bras Saúde Matern Infant. 2008; 8(1):11-6. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">20. Lopes MCL, Santander CA, Marcon SS. Acompanhamento dos recém-nascidos de risco de uma unidade básica de saúde de Maringá-PR. Rev Rene. 2010; 11(1):114-24.</span></p>
<p align="justify">Fonte:  <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="color:#990000;">Rev Rene, Fortaleza, 2011 jan/mar; 12(1):81-7. <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Versão impressa ISSN 1517-3852</span><br />
</span></strong></span></p>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 23:26:10 +0000</pubDate>
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		<title>Entre mães e avós.</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 00:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MamaMia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Está na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[MamaMia]]></category>

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		<description><![CDATA[imagem Keith Mallett &#160; Ainda que a oferta de berçários tenha praticamente excluído as avós como primeiras substitutas das mães, &#8230;<p><a href="http://mamamiaamamentar.wordpress.com/2011/12/28/entre-maes-e-avos/">Continuar lendo &#187; </a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mamamiaamamentar.wordpress.com&amp;blog=2430973&amp;post=2642&amp;subd=mamamiaamamentar&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2011/12/keith-mallett.jpg"><img class="alignnone  wp-image-2643" title="Keith Mallett" src="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2011/12/keith-mallett.jpg?w=450&#038;h=297" alt="" width="450" height="297" /></a></em></p>
<address><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;"><strong><a href="http://mamamiaamamentar.files.wordpress.com/2011/12/keith-mallett.jpg"><span style="color:#000000;text-decoration:underline;">imagem Keith Mallett</span></a></strong></span></span></address>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda que a oferta de berçários tenha praticamente excluído as avós como primeiras substitutas das mães, as avós, por seu compromisso atávico com os filhos dos filhos e filhas, costumam ser figuras importantes na vida dos netos, mesmo quando moram longe e não convivem diariamente com as crianças. Avós revivem com os netos o que viveram com os filhos muitos anos depois de terem perdido o contato filogenético com bebês, crianças pequenas e adolescentes. É a vida mostrando sua simplicidade nas repetições biológicas, não necessariamente comportamentais.<br />
Avós às vezes repetem com os netos exatamente o que fizeram com os filhos, orgulham-se da educação que deram, em outras aproveitam para fazer reparações, vêem nos netos a oportunidade para ser mais benevolentes com as crianças.</p>
<p>Quando os novos pais são repetidores da própria educação fazem exatamente como fizeram seus pais, o excesso de benevolência por parte dos avós é tolerado com uma certa facilidade. Se os avós são mais duros com os netos- é mais raro, mas pode acontecer- e os pais são repetidores, a tolerância dos pais ainda estará lá vestida de vista grossa.</p>
<p>Os maiores conflitos entre pais e filhos adultos em relação à educação das crianças surgem entre avós convictos da educação que deram e filhos convictos dos erros que viram na própria educação. Os reparadores querem fazer diferente e orgulham-se disso.</p>
<div><em></em>Nem toda a avó que utilizou mamadeira vai boicotar a amamentação natural da filha, mas acontece, não é raro e os motivos são muitos, talvez o principal deles seja um desejo secreto de viver uma nova maternidade via filho da filha e a alimentação tem um poder profundo na relação, o bebê se apega em quem o alimenta, mesmo sem estudar sabemos, nascemos sabendo disso. “Será que esse bebê não está chorando porque está com fome!?” é uma pergunta-resposta que salta pela boca da via inconsciente da avó que quer de volta o seu lugar de mãe porque não está preparada para dar conta do seu corpo na fase em que está. Ela se vê avó sentindo-se mãe, uma mãe melhor do que a filha ou a nora.</div>
<div></div>
<div>Se a filha quiser e precisar que essa avó seja sua substituta imediata, ceder a um apelo desses e entregar o bebê é a atitude mais cômoda, mas quando a mãe deseja muito aleitar, não deseja repartir o vínculo via alimentação com ninguém, uma pergunta dessas pode causar um grande estrago na relação e vovozinhas aparentemente bem-intencionadas podem sair chorando pela porta dos fundos da casa da filha.</div>
<div></div>
<div>Assim como com a mamadeira, introduzir o hábito da chupeta é cada vez menos uma tendência das jovens mães fazer uso desse antigo consolador de bebês, já que são bem informadas sobre os prejuízos aos músculos faciais, à formação do palato e ao sucesso da amamentação.</div>
<p>Se a mãe não quer dar a chupeta porque sabe que não deve, mas se desespera diante do choro da criança e surge a avó com a chupeta comprada e fervida, impondo seu velho jeito em vez de ajudar à filha em seu propósito, lá se foi mais uma vovozinha pela janela de uma reparadora. Se a filha tiver tendência à repetição, engole a busca do ideal e em nome da paz familiar, assume que um dia pagará aparelho, buscará fonoaudiólogo ou, com sorte, estará fora das estatísticas mais prováveis.</p>
<div> Jovens mães andam por aí mais livremente com seus slings, abandonaram o carrinho ou usam muito pouco, valorizam a proximidade corpo a corpo com o bebê, reúnem-se semanalmente ou quinzenalmente com outras mães e profissionais da área, acham maternidade um <em></em>assunto e tanto, descolam mil e um saberes sobre o desenvolvimento das crianças e utilizam grande parte do tempo que sobra da vida profissional para investir nas crianças, divertirem-se com as crianças. Todas essas novidades podem ser muito pesadas para as avós e deixá-las enciumadas, resmungando num canto que sabiam fazer melhor. Avós rabugentas criticam cada passo que a filha dá como mãe. Se o nariz da criança está escorrendo foi porque a mãe deixou pegar friagem, se a criança chora muito é porque foi mal acostumada e por aí vai.</div>
<div>Uma das coisas mais pesarosas do nosso andar pela vida quando envelhecemos é viver criticando as novas posturas, achando tudo o que os jovens fazem perigoso, ruim, inadequado. Ser uma filha crítica aos erros da mãe é quase uma necessidade, nós viemos para melhorar, mas ser uma avó crítica às tentativas de acerto da filha já é mais complicado.</div>
<p>Aos avós que cuidam ou apenas passam algumas horas com os netos cabe mil e uma mimosuras, os pais que desenvolvam a própria capacidade de tolerância, mas os pontos-chaves da educação, as diretrizes maternas e paternas, essas os avós deveriam respeitar com rigor a fim de poupar a família de dissonâncias maiores.</p>
<div> <em></em></div>
<div>Para a criança o ideal é que a os avós reafirmem a postura dos pais como sendo boa. Ainda sobra muita alegria e coisas para se fazer sem haver necessidade de burlar as regras de base dos pais. É uma relação delicada, nunca fazer vista grossa para uma deslize de avós é sacanagem, mas vovós que fazem coisas escondidas e vivem falando que noras ou filhas são chatas, metidas a diferentes, cavam um distanciamento afetivo difícil de reparar.</div>
<div></div>
<div>Quando a avó compete com a mãe e a mãe se submete, acaba descontando na relação com a criança, é uma corda que rompe no lado mais fraco a cada geração. Por não conseguir enfrentar seu novo lugar no mundo, a mãe acaba sendo mais benevolente com a própria mãe do que com a filha. Como ela não fez com a filha o que desejava ou como desejava, acaba colhendo desagrados na relação e não vincula isso com a submissão à mãe. É um lugar muito apertado para a mãe acolher as necessidades físicas de um bebê e as maluquices psíquicas da própria mãe. Caberia à avó entender que aquela é uma experiência que ela já viveu, fez suas escolhas, é passado em sua vida, não deve ser mais um lugar de atuação, decisões, mas de acolhimento para o novo.</div>
<div></div>
<div>É por isso que toda noite antes de dormir, eu, que ainda estou quase longe de ser avó, digo a mim mesma: “se a nora ou a filha disserem para eu dar um danoninho e não uma bananinha como eu preferiria, vou dar um danoninho e pronto!”</div>
<div></div>
<div>Fonte: <em><a>http://buenaleche-buenaleche.blogspot.com</a></em></div>
<div>Por <em>Cláudia Rodrigues, </em><em>jornalista, terapeuta reichiana, autora de Bebês de Mamães mais que Perfeitas, 2008. Centauro Editora. </em></div>
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