Bancos de leite do Brasil são referência mundial.

24 Outubro 2009
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No método brasileiro, cada vidro de leite específico recebe um número e um programa de computador procura entre todas as doações a que melhor atende à necessidade de cada criança. Não há mistura.

Uma técnica desenvolvida em bancos de leite materno do Brasil está ajudando na recuperação de bebês prematuros em outros países.

O leite que sobra depois da mamada é recolhido uma vez por semana no Rio pelo carro do Corpo de Bombeiros. Em Niterói um carro do Hospital Universitário Antônio Pedro faz a coleta.

Em Vitória no Espírito Santo é a Polícia Militar que leva as doações. A boa vontade é igual a do resto do mundo, mas as semelhanças param por aí.

Chegando aos bancos de leite brasileiros, as doações encontram laboratórios duas décadas à frente dos bancos de leite dos países mais desenvolvidos do planeta.

Nos Estados Unidos, por exemplo, todas as doações são misturadas em uma espécie de panelão.

Depois de passar por um tratamento térmico, o leite padronizado é distribuído em garrafinhas, com uma perda irreparável.

“Se perde a oportunidade de exatamente explorar as especificidades porque na verdade não existe leite humano, existem leites humanos e esse é o grande diferencial”, afirmou o coordenador da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, João Aprígio de Almeida.

No método brasileiro, cada vidro passa por uma análise simples, mas reveladora: quanto mais rosa, maior a acidez da amostra.

Basta girar na centrífuga uma quantidade menor do que uma gota de leite para ver a faixinha escura que diz quanta gordura existe no leite. Em menos de 15 minutos, as diferenças aparecem.

Cada vidro recebe um número e um programa de computador procura entre todas as doações a que melhor atende à necessidade de cada criança.

O resultado da técnica, desenvolvida por pesquisadores brasileiros, impressiona: em todos os casos, as crianças se recuperam muito mais rapidamente do que quando se usa leite materno misturado, como acontece nos Estados Unidos e em vários países da Europa. A tecnologia do Leite-remédio virou referência mundial: 22 países montaram seus bancos de leite com a ajuda do Brasil.

O próximo país a adotar essa tecnologia do leite materno vai ser a Espanha já no próximo mês.

Fonte: globo.com

19 Outubro 2009

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Amamentar pode reduzir recaídas da Esclerose Múltipla.

15 Outubro 2009

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As grávidas que sofrem de esclerose múltipla podem reduzir o risco de recaída se amamentarem os seus bebés, pelo menos, durante dois meses.

Além disso, adianta o estudo, recomeçar a medicação dois meses após o parto reduziria a taxa de recaídas.

O estudo, que será apresentado a 28 de Abril no 61º encontro anual da American Academy of Neurology, em Seattle, EUA, contou com a participação de cientistas da Stanford University, em Palo Alto, e da Northern California Kaiser Permanente Division of Research, em Oakland.
Os investigadores acompanharam 32 mulheres que sofriam de esclerose múltipla durante a gravidez e primeiro ano de pós-parto.

Em entrevista à Reuters Health, uma das investigadoras deste estudo, Annette Langer-Gould, explicou que as taxas de recaída de esclerose são menores durante a gravidez, aumentando os riscos no período de três a quatro meses após o parto.

Contudo, a análise às grávidas mostrou que essa taxa pode ser reduzida com a amamentação: as mulheres que amamentaram, por exclusivo, durante, pelo menos, dois meses apresentaram uma taxa de recaída de apenas 36% contra os 87% das mulheres que não o fizeram.

O estudo destaca que o aleitamento materno exclusivo provoca mudanças no organismo que podem reduzir as inflamações decorrentes da doença.
fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A


“Dia Astral” é o escambau, legal é parto normal!

09 Setembro 2009

Nove do nove de dois mil e nove. Acabei de ler: em hospitais de São Paulo – e, provavelmente, do resto do Brasil também – TODOS os leitos estão OCUPADOS por mulheres que marcaram suas CESARIANAS ELETIVAS para hoje.

O nascimento de Maria Eduarda está marcado para hoje, 9 de setembro de 2009, às 21h, numa maternidade na região da avenida Paulista.
Tantos noves -dia, mês, ano e hora- não são coincidência. A data foi escolhida a dedo pela mãe, após analisar os possíveis dias para seu parto cesariano apresentados pelo médico. “É uma data bonita, redonda, fácil de lembrar”, explica Inácia Maria da Silva, 38.
Muitas outras grávidas tiveram a mesma ideia. Na maternidade Santa Joana, 23 cesarianas estão marcadas para hoje. Na quarta passada, como comparação, foram realizadas 11.
No hospital Albert Einstein, todos os leitos disponíveis hoje para as cesarianas eletivas (as que podem ser marcadas com antecedência) estão reservados desde a semana passada.
O médico Alberto D’Auria, do hospital Pro Matre, lembra que sempre há corrida às maternidades em “datas astrais”. Foi assim em 8 de agosto de 2008.
“Dizem que esses dias têm uma força energética alta”, ele conta. “Mas nós, médicos, não damos importância a isso. Alguns até dão risada. A nossa preocupação é que o bebê não nasça fora do tempo normal.”
Bebês induzidos a nascer antes do tempo, por parto cirúrgico, podem ter problemas respiratórios -os pulmões não estão plenamente desenvolvidos.
“No Brasil há a ideia equivocada de que é natural escolher a cesariana. Natural é o parto normal. Cesariana não deve ser escolha da mãe, mas resultado de uma indicação médica”, diz Ruth Guinsburg, da Sociedade Brasileira de Pediatria.
RICARDO WESTIN
da Folha de S.Paulo
Veja a respotagem: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u621371.shtml

Preciso comentar o absurdo do fato?

Cesariana eletiva já é o cúmulo do absurdo. Agora, marcar cesariana por causa de uma DATA, convenhamos, é o cúmulo do ridículo.

Não é possível que, nos dias de hoje, as mulheres consigam ser desinformadas ao ponto de escolher uma DATA ao invés da certeza de saúde de seus bebês. Todas as estatísticas, todas as recomendações de todos os órgãos internacionais de saúde são claras: CESARIANA NÃO É ESCOLHA, É NECESSIDADE, é pra casos especiais, traz riscos para o bebê e para a mãe; deve ser feita em ÚLTIMO caso.

Data astral é o escambau, parto normal que é legal!


Neuras de mãe… Sobre o cocô verde!!!

05 Setembro 2009

No recém-nascido e bebê amamentado exclusivamente no peito, as fezes normais são da cor mostarda-amarelada até ligeiramente esverdeada. Se as fezes estiverem muito verdes, o bebê deve estar recebendo uma proporção maior de primeiro leite ( leite anterior) que de segundo leite (leite posterior). Esse desequilíbrio pode  acontecer quando a mãe tem uma produção aumentada de leite, que faz com que o bebê fique satisfeito só com leite anterior. Pode ocorrer também quando o bebê não pega o peito corretamente, não conseguindo em decorrência chegar ao leite posterior, ou ainda quando a mãe muda o bebê de seio sem que ele tenha esvaziado o  peito, recebendo também neste caso apenas leite anterior.

O leite anterior apresenta uma porção maior de lactose, determinando assim um excesso de fermentação quando chega ao intestino grosso, o que resulta em um efeito laxante, excesso de gases, cólicas, fezes verdes e espumosas.

As evacuações verdes explicam-se  porque a bile, quando secretada na porção superior do intestino é verde, devido ao seu pigmento, a biliverdina. Como o peristaltismo (movimento do intestino), são rápidos devido ao efeito laxante da lactose em excesso, o pigmento atravessa o intestino inalterado, e a cor das fezes fica inalterada, saindo verde.

Caso seu bebê apresente cocô verde, é importante:

  1. Observar se sua produção está excessiva, retire um pouco de leite antes de amamentá-lo.

  2. Se a pega não está correta – procure corrigi-la.

  3. Manter o bebê mais tempo no mesmo peito, para que ele consiga extrair o leite com gordura, ou seja o segundo leite.

Referência Bibliográfica:
Leite Materno – como mantê-lo sempre abundante – Adolfo Lana – Ed Atheneu

Candidíase nas mamas, isso acontece…sabia?

04 Setembro 2009
Por: Fabiola Costa

A candidíase nas mamas é uma infecção na aréola e no mamilo, produzida pela Candida albicans. Reconhece a candidíase quando o mamilo e a aréola apresentam uma cor rósea que contrasta com a cor escurecida dos mamilos na fase da amamentação, pode aparecer fissuras entre o mamilo e a aréola.  As mulheres referem ardor, queimação intensa e persistente nos mamilos, mesmo nos intervalos das mamadas.  Pode aparecer pontinhos brancos na boca do bebê, ou vulvovaginite (corrimento e coceira na vagina) na mãe, porém a ausência desses dois sintomas não desconsideram o diagnóstico.

Ao suspeitar da candidíase no seio ou a presença de placas brancas na boca do bebê,  deve tratar mãe e criança, contatar o pediatra e o ginecologista para que ambos prescrevam o tratamento necessário para mãe e bebê.  A dupla deve ser tratada, mesmo se um dos dois não manifestarem os sintomas.

Para evitar a reinfecção deve dobrar os cuidados com a higiene, tais como fervura de todos os materiais que entram em contato com o leite materno, com as mamas e com a boca do bebê,  tais como: conchas, sutiã, bombas de tirar leite, tolhas, paninhos de boca,  fraldas, brinquedos. A mãe deverá evitar protetores de mamilo, e o sutiã deverá ser trocado diariamente e lavado cuidadosamente.

Não é necessário suspender a amamentação, visto que mãe e bebê serão tratados.

Referência Bibliográfica:
Aleitamento Materno – José Dias Rego – Ed. Atheneu
Manejo Clínico da Lactação – V. Valdés, A. Sanches, M. Labbok – Ed. Revinter

Amamentação na sala de parto. Para um início seguro!

26 Agosto 2009

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Os benefícios do início do aleitamento materno na sala de parto, foram amplamente divulgados em 120 países, esta ação no Brasil pode salvar a vida de aproximadamente sete mil bebês a cada ano.

A amamentação na sala de parto resulta em inúmeros benefícios para a mãe e para a criança, tais como:

  1. liberação de ocitocina, hormônio que faz a placenta “descolar”, produz contração uterina e auxilia na prevenção da hemorragia pós-parto;
  2. contato pele-a-pele entre mãe e criança,  transfere calor para o bebê (não precisando de incubadora para aquecê-lo) e que fortalece o vínculo entre ambos .
  3. maior proteção contra infecções, uma vez que o colostro funciona como uma primeira imunização do bebê;
  4. estímulo ao desenvolvimento do reflexo de sucção, que é mais forte na primeira hora após o nascimento;
  5. aumento mais rápido da produção de colostro;
  6. motivação e incentivo para a manutenção da amamentação por maior período de tempo, já que a OMS preconiza o aleitamento materno exclusivo (sem água, chá ou outros leites) até seis meses de vida e o aleitamento complementado com outros alimentos até dois anos ou mais.

SOLICITE AO SEU MÉDICO!!!

Amamentação na primeira hora proteção sem demora!


Amamentar pode “alinhar” cérebro da mãe com o do bebê

25 Agosto 2009

Pesquisa destaca que oferecer o peito à criança pode influenciar na criação de laços afetivos

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A maioria das pesquisas sobre amamentação é focada nas vantagens que o leite traz para a saúde do bebê e, mais recentemente, nos benefícios fisiológicos e psicológicos para a mãe. Uma pesquisa recente destaca o mecanismo pelo qual oferecer o peito à criança pode influenciar na criação de laços afetivos: há indícios de que o cérebro da mãe que amamenta é especialmente receptivo aos sinais da criança. A pesquisadora Pilyoung Kim e seus colegas no Centro de Estudos da Criança, da Universidade Yale, usaram ressonância magnética funcional para escanear os cérebros de 20 mulheres expostas à imagem de seus bebês ou ao choro deles. Resultados do estudo feito três semanas depois do parto sugerem que mulheres que amamentam mostram maior excitação das áreas límbicas, do hipotálamo e do mesencéfalo – envolvidas com emoção e motivação – em comparação com mães que ofereciam mamadeira a seus filhos.

Os cientistas acreditam que essa diferença seja marcada pela ocitocina, um hormônio que vem recebendo muita atenção por seu papel nos elos sociais. Amamentar estimula a produção da substância, o que pode aumentar a atenção da mãe para seu bebê. Porém, três ou quatro meses depois do nascimento, a diferença no valor global de atividade cerebral entre voluntárias que amamentaram no peito e as que recorreram à mamadeira era menor. Isso indica que com o tempo a reação da mãe a seu bebê pode depender mais da personalidade, experiência de vida e intensidade emocional da mulher que dos níveis de hormônio.

As áreas mais sensibilizadas do cérebro das “mães de mamadeira” foram outras: a atividade do córtex pré-frontal e outras regiões ligadas a comportamentos sociais e cognitivos aumentaram. Pelo fato de todas as participantes do estudo serem saudáveis e com histórias semelhantes, Kim adverte que padrões específicos de ativação cerebral encontrados neste estudo podem não se generalizar para uma população mais diversa. Os resultados são valiosos, porém, para mães que têm depressão ou problemas causados por fatores ambientais, como a pobreza. A amamentação pode ser um modo de estimular a produção de ocitocina nessas mulheres, favorecendo a relação inicial com seus bebês e, em consequentemente, o desenvolvimento dessas crianças.
Fonte: revista mente cérebro


21 Agosto 2009

livro mãe e filho001 A maternidade é uma infinita sucessão de partos. A experiência de parir se repete em cada etapa da vida do filho, que também é uma etapa da vida da mãe. Ela ssume multiplos papéis, de protetora a fomentadora – ou inibidora- das conquistas do filho.

Os filhos precisam das mães sempre, mas de maneiras diferentes à medida que o tempo passa. Durante os primeiros meses, a mãe é o mundo para o filho. Pouco a Pouco, ela já não é tudo – “o novo” o chama. Para muitas mulheres, não é fácil aceitar isso. Por um lado ficam alegres e orgulhosas por verem seus filhos conquistar o mundo, mas por outro, cada passo de desapego é sentido como perda.

Em quinse capitulos Adriana Tettamanti aborada assuntos como a maternidade real e a ideal, o primeiro filhos e a chegada do segundo: a diferença entre os filhos; as identificações e as transformações com o passar dos anos – e mostra como a formação dos filhos é também a formação da mãe e da mulher.

Vale muito a pena ler, o livro é muito bom, abre os horizontes, e demonstra de forma clara o universo materno e a transformação da mulher após a maternidade.


Maternidade com humor!

18 Agosto 2009


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Este título pode ser o prenúncio de muitos eventos, alegres…tristes, trágicos…e cômicos!

O que realmente muda na vida de um casal quando chega o tão aguardado bebê?

São tantas situações que, na verdade, os pais e mães nem tem tempo para despertar… O melhor a fazer é respirar fundo, aproveitar o bebê e encarar tudo com bom humor!

É extatamente isso o que encontrará nas páginas de  Baby Blues.

Uma tirinha, para dar água na boca! Adoramos o livro!!!

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