Centenas de pessoas participaram da caminhada “Pelo parto normal e o direito de informação e de escolha”.

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Segundo a presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ), Rejane de Almeida, o objetivo da manifestação foi o de ajudar a reduzir o número de cesáreas no país:

– Nós entendemos que o direito da escolha é da mulher. Mas não é isso que acontece nas maternidades. Mesmo querendo parto normal, como aconteceu comigo, as mulheres são induzidas a fazer cesariana.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 45% dos partos realizados no Brasil são feitos através de cesáreas, número que assusta profissionais da saúde como Pedro de Jesus Silva, presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro (Sindenf-RJ).

Cultura do medo

– O Brasil é o país com o maior número de procedimentos deste tipo do mundo. Tudo porque as pessoas têm medo. Aqui se criou a cultura de não sentir dor para parir – explica ele.

Com 25 anos de profissão, Heloísa Lessa já fez 218 partos. Enfermeira obstetra, ela ajudou a colocar no mundo alguns herdeiros de famosos, como Felipe, terceiro filho do ator Márcio Garcia e de Andréa Santa Rosa. O parto natural aconteceu na banheira da casa da família, no Joá.

– A mulher tem que saber dados científicos sobre o parto normal para poder fazer a sua escolha. Parir é alegre e prazeroso e deve acontecer sem drogas e intervenção. O corpo da mulher está preparado para isso – explica Heloísa, que também atende a pacientes pobres.

Rejane de Almeida ressalta ainda que a passeata realizada neste domingo teve por objetivo ajudar na propagação das casas de parto pelo país. A ação é estimulada pela vitória na Justiça do Sindenf-RJ para reabrir a casa de Parto David Capistrano, em Realengo. O local foi fechado pela Vigilância Sanitária, alegando haver problemas de infraestrutura e equipamentos, e reaberto há uma semana:

– Só existem 19 casas de parto no Brasil. E, nelas, a mulher é bem avaliada por gente capacitada. Não somos contra os médicos. Mas os enfermeiros que lá trabalham são capacitados. A Casa de Parto David Capistrano foi aberta em 2004 e nunca houve uma morte materna – revelou Pedro, lembrando que o atendimento no local é gratuito.

Todo mês, cerca de 850 exames pré-natal e uma média de 40 partos são realizados por lá. E, em setembro, a Casa de Parto de Realengo será cenário para o nascimento do primeiro filho do casal de alemães Nicola Wolf e Carlson Janke. Morando no Brasil há dois meses, a estudante procurou na internet um lugar para dar a luz ao bebê de forma natural.

Segundo a presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ), Rejane de Almeida, o objetivo da manifestação foi o de ajudar a reduzir o número de cesáreas no país:

– Nós entendemos que o direito da escolha é da mulher. Mas não é isso que acontece nas maternidades. Mesmo querendo parto normal, como aconteceu comigo, as mulheres são induzidas a fazer cesariana.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 45% dos partos realizados no Brasil são feitos através de cesáreas, número que assusta profissionais da saúde como Pedro de Jesus Silva, presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro (Sindenf-RJ).

Cultura do medo

– O Brasil é o país com o maior número de procedimentos deste tipo do mundo. Tudo porque as pessoas têm medo. Aqui se criou a cultura de não sentir dor para parir – explica ele.

Com 25 anos de profissão, Heloísa Lessa já fez 218 partos. Enfermeira obstetra, ela ajudou a colocar no mundo alguns herdeiros de famosos, como Felipe, terceiro filho do ator Márcio Garcia e de Andréa Santa Rosa. O parto natural aconteceu na banheira da casa da família, no Joá.

– A mulher tem que saber dados científicos sobre o parto normal para poder fazer a sua escolha. Parir é alegre e prazeroso e deve acontecer sem drogas e intervenção. O corpo da mulher está preparado para isso – explica Heloísa, que também atende a pacientes pobres.

Rejane de Almeida ressalta ainda que a passeata realizada neste domingo teve por objetivo ajudar na propagação das casas de parto pelo país. A ação é estimulada pela vitória na Justiça do Sindenf-RJ para reabrir a casa de Parto David Capistrano, em Realengo. O local foi fechado pela Vigilância Sanitária, alegando haver problemas de infraestrutura e equipamentos, e reaberto há uma semana:

– Só existem 19 casas de parto no Brasil. E, nelas, a mulher é bem avaliada por gente capacitada. Não somos contra os médicos. Mas os enfermeiros que lá trabalham são capacitados. A Casa de Parto David Capistrano foi aberta em 2004 e nunca houve uma morte materna – revelou Pedro, lembrando que o atendimento no local é gratuito.

Todo mês, cerca de 850 exames pré-natal e uma média de 40 partos são realizados por lá. E, em setembro, a Casa de Parto de Realengo será cenário para o nascimento do primeiro filho do casal de alemães Nicola Wolf e Carlson Janke. Morando no Brasil há dois meses, a estudante procurou na internet um lugar para dar a luz ao bebê de forma natural.

 

Veja toda a reportgem em: Extra online

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