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Uma a cada quatro mães não sabe amamentar.

Apesar de tantas campanhas e de ninguém questionar as vantagens, uma em cada quatro mulheres enfrenta dificuldades na hora de amamentar.

O estudo, do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí, foi apresentado em um congresso de bancos de leite, que acontece em Brasília.

A pesquisa avaliou 1.800 mulheres que deram à luz entre fevereiro e março deste ano. Delas, 435 -24% do total- apresentaram algum problema no aleitamento, sendo os mais comuns mamas cheias demais, baixa produção de leite, fissura do bico do seio e dificuldade no posicionamento do bebê.

O que justifica o índice, diz a nutricionista Vanessa Paz Lima, coordenadora do levantamento, é a falta de informação sobre os modos corretos de amamentar e de prevenir esses problemas.

“Falta educação”, concorda a pediatra e neonatologista Clery Bernardi Gallacci, da Maternidade Santa Joana, em São Paulo. “É preciso dar assistência no pré-natal, no momento do nascimento e depois.” A mama cheia, que foi o problema mais recorrente, está diretamente relacionada à falta de informação. Se a mãe não sabe que deve alimentar o bebê periodicamente, o peito enche e o bebê só vai abocanhar o bico, o que pode levar a fissuras.

“O correto é que ele abocanhe toda a região da aréola, que é onde ficam os sacos de leite, e não o bico”, explica Danielle Silva, coordenadora de Processamento e Controle de Qualidade do Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz.

Para isso, a posição correto do bebê é fundamental: a cabeça deve estar recostada na curva do braço da mãe e o corpo alinhado ao dela.
O mau posicionamento também pode até causar fissuras nos mamilos, o que leva a dores nas mamadas.

Nesses casos, recomenda-se que a mãe hidrate o bico do seio com o próprio leite ao final da mamada. “Ele também protege contra infecções”, diz Danielle Silva.

FALTA DE APOIO

O segundo problema mais frequente foi a baixa produção, que é evitada dando de mamar com frequência.

“O maior problema é a falta de apoio. Muitos pediatras não sabem orientar direito”, acredita Fabíola Cassab, fundadora do grupo Matrice, de apoio à amamentação.

Todas essas orientações, segundo Vanessa Paz Lima, devem ser passadas à mãe logo no pré-natal e devem continuar nos dias seguintes ao nascimento do bebê.

“Se, durante a internação do pós-parto, identificarmos que a mãe apresenta algum problema para amamentar, ela passa a receber uma orientação intensiva e só recebe alta se tiver entendido os procedimentos”, afirma.

Segundo ela, o importante é que haja conforto durante o aleitamento: “Qualquer condição que provoque dor pode interferir na amamentação e desestimulá-la”.

Danielle Silva completa: “A Organização Mundial da Saúde preconiza seis meses de aleitamento exclusivo. Isso não apenas nutre, como protege contra infecções”.

Fonte: folha.com

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Amamentação exclusiva até o 6 mês, benefícios para imunidade.

Bebês que tomam só leite materno até 6 meses tem mais imunidade.

Bebês alimentados exclusivamente com leite materno até os seis mesBebês que tomam só leite materno até 6 meses tem mais imunidade.es de idade ganham proteção extra contra infecções, dizem cientistas gregos. O efeito observado independe de fatores como acesso à saúde e programas de vacinação, eles explicam. Segundo os especialistas da Universidade de Creta, o segredo estaria na composição do leite materno. As conclusões do estudo, que envolveu pouco mais de 900 bebês vacinados, foram publicadas na revista científica Archives of Diseases in Childhood.

A equipe ressalta, no entanto, que o benefício só ocorre quando o bebê é alimentado com leite da mãe apenas. Ou seja, acrescentar fórmulas ao leite materno não produz o mesmo efeito. Especialistas em todo o mundo já recomendam que bebês sejam alimentados somente com leite materno pelo menos durante os seis primeiros meses de vida.

Os pesquisadores gregos monitoraram a saúde de 926 bebês durante 12 meses, registrando quaisquer infecções ocorridas em seu primeiro ano de vida. Entre as infecções registradas estavam doenças respiratórias, do ouvido e candidíase oral (sapinho). Os recém-nascidos receberam todas as vacinas de rotina e tinham acesso a tratamentos de saúde de alto nível. Quase dois terços das mães amamentaram seus filhos durante o primeiro mês, mas o número caiu para menos de um quinto (menos de 20%) seis meses depois.

Apenas 91 bebês foram alimentados exclusivamente com o leite da mãe durante os seis primeiros meses. Os pesquisadores constataram que esse grupo apresentou menos infecções comuns durante seu primeiro ano de vida do que os bebês que foram parcialmente amamentados ou não amamentados. E as infecções que os bebês contraíram foram menos severas, mesmo levando-se em conta outros fatores que podem influenciar os riscos de infecção, como número de irmãos e exposição à fumaça de cigarro.

O pesquisador Emmanouil Galanakis e sua equipe disseram que a composição do leite materno explica os resultados do estudo. O leite materno contém anticorpos recebidos da mãe, assim como outros fatores imunológicos e nutricionais que ajudam o bebê a se defender de infecções. “As mães deveriam ser avisadas pelos profissionais de saúde de que, em adição a outros benefícios, a amamentação exclusiva ajuda a prevenir infrecções em bebês e diminui a frequência e severidade das infecções”, os especialistas dizem.

Fonte: terra

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Vote no MamaMia, queremos ser TOP 01 no juri popular.

Dia 10 de outubro termina a votação para o TOP 100 do Topblog.

Se cada uma das 300 pessoas que passam por aqui votarem até o dia 06 de outubro,  serão quase 3000 votos.

O vencedor do juri popular ganhará uma scooter. Ela servirá para atender a todas as clientes aqui na minha cidade em niterói.

Cada um que votar estará fortalecendo a rede de apoio ao ALEITAMENTO MATERNO, fortalecendo assim nosso intenso trabalho de promover, proteger e apoiar o ALEITAMENTO MATERNO.

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Comprovada presença de anticorpos contra o rotavírus no leite materno.

Estudo inédito foi desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Instituto Butantã.

É extensa a lista dos benefícios à saúde proporcionados pela amamentação o leite materno é rico em nutrientes, vitaminas e agentes imunológicos e contribui para o desenvolvimento intelectual, psíquico e emocional do bebê. A prática é tão importante que o Ministério da Saúde preconiza o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e a manutenção da amamentação até os dois anos de idade. Confirmando a importância da amamentação para a formação do sistema imunológico dos bebês, estudo desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Instituto Butantã identificou a presença de anticorpos contra o rotavírus no leite humano. Os resultados inéditos serão apresentados no 5º Congresso Brasileiro / 1º Congresso Iberoamericano de Bancos de Leite Humano, que ocorrerá de 28 a 30 de setembro, em Brasília.”

A análise do leite humano de mulheres não vacinadas contra o rotavírus identificou a presença de anticorpos no leite materno que podem proteger os bebês contra as doenças diarréicas provocadas pelo vírus” , resume a pediatra Virgínia Spinola Quintal, coordenadora do Banco de Leite Humano do Hospital Universitário da USP. Virgínia informa que o sorotipo do vírus estudado o rotavírus g9p é um dos sorotipos presentes na atual vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde e tem prevalência emergente no Brasil.

A quantificação dos níveis de anticorpos presentes no leite humano mostrou que a concentração de agentes imunoprotetores contra o rotavírus varia de mãe para mãe aspecto que ainda será esclarecido pelos pesquisadores. Virgínia explica que, como as mulheres têm concentrações diferentes de anticorpos, não é possível assegurar que, em todos os casos, a mãe transmitirá quantidade suficiente de anticorpos para proteger a criança. Por isso, a vacinação deve permanecer.

“O estudo sugere uma avaliação mais profunda do efeito protetor do aleitamento materno sobre a infecção pelo rotavírus, considerando a possibilidade de interferência da amamentação na resposta da criança à vacina. Os resultados desta investigação podem colaborar para a revisão da atual estratégia de vacinação contra o rotavírus” , a pesquisadora apresenta.

Atualmente, a vacina contra o rotavírus é administrada por via oral em duas doses, aos dois e aos quatro meses de vida. Não há associação com a amamentação porque o efeito protetor do leite humano contra o rotavírus ainda não era conhecido. “É preciso entender como os anticorpos do leite humano e os componentes da vacina interagem, para verificar se a proteção transmitida pela mãe pode neutralizar o efeito da vacina. O objetivo é propor novas estratégias de imunização contra o rotavírus, combinando amamentação e vacinação” , Virgínia adianta.

Os resultados comprovam a eficácia do aleitamento materno como estratégia para a redução da mortalidade infantil uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). As doenças diarréicas estão entre as principais causas de óbito entre crianças menores de cinco anos e a amamentação é internacionalmente reconhecida como estratégia eficaz para redução do problema.

O 5º Congresso Brasileiro / 1º Congresso Iberoamericano de Bancos de Leite Humano reunirá em Brasília representantes dos 23 países que compõem o Programa Iberoamericano da Bancos de Leite Humano (IberBLH), coordenado pela Fiocruz. O Brasil é pioneiro na área e concentra, em todo o país, 200 bancos de leite humano, que compõem a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RedeBLH). O impacto da iniciativa sobre a saúde pública é tão significativo que, em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a RedeBLH como a ação que mais contribuiu para a redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990.

Fonte: Fiocruz

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1ª Reunião – La Leche League – Rio de Janeiro.

La Leche League é uma ONG internacional que teve sua origem em 1956 pelo entusiasmo de sete mulheres norte-americanas, todas nutrizes, que se deram conta das dificuldades que suas amigas tinham em relação à amamentação. Começaram a se reunir em casa de uma ou de outra, sem imaginar que aquele trabalho voluntário em prol da amamentação teria resultado numa ONG que se espalhou por muitos e muitos países levando adiante o trabalho delas.

Hoje são aproximadamente 9.000 líderes que dedicam o tempo livre divulgando os conhecimentos adquiridos e a filosofia de La Leche League  porque todos acreditam que amamentar seja o melhor começo para os bebês.

Dia 29/09/2010 acontecerá a 1ª reunião com sede no Rio de Janeiro, o local da reunião foi cedido pelo ESPAÇO MULHER.

End: Rua Humberto Campos, 315 – Leblon – RJ

Horário: 10 ás 13 hs.

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Importantíssimo… Sobre o leite que fica na concha.

imagem: savemilk

Entrei numa loja infantil hoje, e tinha uma moça grávida fazendo compras… A vendedora oferecendo uma concha, diz a gestante que o leite que fica na concha pode ser aproveitado, galera isso não pode!

O leite que fica na concha não pode ser aproveitado!!!!!!!

Infelizmente…O leite que fica na concha deve ser jogado fora!!!!

A vendedora também disse que a concha faz o mamilo. Estudo científicos deixam claro, que o uso de concha durante a gestação não interfere na mudança anatômica do bico. Abaixo vão alguns resultados de pesquisa.

Nas condições em que foi realizada a presente pesquisa, observou-se que depende da anatomia dos mamilos, para o uso correto da concha protetora, sendo que esta não modifica a anatomia dos mesmos. Porém, para aquelas mulheres que possuem mamilos protrusos, o dispositivo tornou-se eficaz, evitando intercorrências como fissuras mamilares.”                   Clique para ler a pesquisa: unisul2

“Uma visão geral da evidência de ambas as pesquisas MAIN e de Southampton indica que recomendar o uso dos exercícios de Hoffman ou conchas de seio durante a gravidez não resulta em qualquer benefício em termosde aumentar a taxa de amamentação nas seis semanas após o nascimento. Estes tratamentos não devem ser recomendados a mulheres grávidas.”  Clique para ler a pesquisa: ibfan

As conchas tem outros benefícios tais como:

Mantém o mamilo arejado,

Ajuda na drenagem do mamilo, escoando o excesso de leite.

Ajuda na recuperação das fissuras,

A mulher não fica toda molhada.