De sua Majestade o Bebê à Criança: reflexões acerca da construção dos limites.

por: Karina Recktenvald – Psicóloga, Especialista em “Teoria Psicanalítica e as Psicoterapias da Infância e Adolescência”.

Resumo: O presente trabalho objetiva discorrer sobre as relações existentes entre a forma como é desempenhada a função parental e a instauração dos limites, enfatizando a relação entre pais e filhos. O estudo também aborda a importância do dizer “não” e alguns aspectos
relevantes que precisam ser considerados na busca por um equilíbrio entre imposições da realidade (limites) e respeito à individualidade da criança. Para tanto, são utilizados, como base, conceitos clássicos de Winnicott. Visando a ilustrar a teoria, é apresentado o caso clínico
de uma criança acompanhado de algumas articulações teórico-clínicas. O estudo conclui, sugerindo ser fundamental a presença de um relacionamento suficientemente bom entre pais e filhos, para que a colocação de limites seja um processo que respeite a individualidade e o
ritmo maturacional da criança, bem como, para que não seja sentido por ela como uma violência do meio. Psicoterapeutas podem colaborar para esse processo, auxiliando a ampliação mental, que permite à criança suportar melhor a frustração e visando a proporcionar
aos pais um aumento do espaço psíquico para refletir acerca do que se passa com seu filho.

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fonte:  Contemporânea – Psicanálise e Transdisciplinaridade, Porto Alegre, n.08, Jul / Dez 2009
Disponível em: http://www.contemporaneo.org.br/contemporanea.php

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