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Febre Amarela e Amamentação

ATENÇÃO, ATENÇÃO!!!!

Saiu uma nota técnica do Ministério da Saúde, no dia 14/01/21010, relatando o seguinte:

” Com o aumento do uso da vacina na re-emergência do vírus da febre amarela em 2007, o Sistema de Informações de Vigilância de Eventos Adversos Pós-vacinais (SI-EAPV), registrou um aumento de eventos adversos graves (EAG)  associados à vacina de febre amarela atenuada (VFA). Diante deste fato, a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) reuniu o grupo assessor para eventos adversos pós-vacinais (EAPV) para analisar os casos registrados. Essa análise resultou no estudo e classificação de 112 casos compatíveis com as seguintes síndromes clínicas: 18 com doença viscerotrópica aguda (DVA) e 94 como doença neurotrópica aguda (DNA) e doença neurológica auto-imune (DAA). Dentre os casos neurológicos confirmados, dois foram classificados como provável transmissão do vírus vacinal pelo aleitamento materno em recém nascidos de amamentação exclusiva, após a administração da VFA (atenuada) em suas mães.

No entanto deve-se evitar a vacinação de febre amarela em mulheres que estão amamentando.

Em caso de necessidade extrema de vacinação, deve-se orientar a mulher a retirar leite materno e armazenar, para utilizá-lo no período de viremia que dura 14 dias.

Para quem tem necessidade extrema de vacinação é importante procurar o Banco de Leite Humano mais próximo de seu domicílo para maiores orientações sobre retirada e armazenamento de leite humano.

Clique para ver  na íntegra a nota do ministério da saúde: febre amarela

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Amamentar pode reduzir recaídas da Esclerose Múltipla.

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As grávidas que sofrem de esclerose múltipla podem reduzir o risco de recaída se amamentarem os seus bebés, pelo menos, durante dois meses.

Além disso, adianta o estudo, recomeçar a medicação dois meses após o parto reduziria a taxa de recaídas.

O estudo, que será apresentado a 28 de Abril no 61º encontro anual da American Academy of Neurology, em Seattle, EUA, contou com a participação de cientistas da Stanford University, em Palo Alto, e da Northern California Kaiser Permanente Division of Research, em Oakland.
Os investigadores acompanharam 32 mulheres que sofriam de esclerose múltipla durante a gravidez e primeiro ano de pós-parto.

Em entrevista à Reuters Health, uma das investigadoras deste estudo, Annette Langer-Gould, explicou que as taxas de recaída de esclerose são menores durante a gravidez, aumentando os riscos no período de três a quatro meses após o parto.

Contudo, a análise às grávidas mostrou que essa taxa pode ser reduzida com a amamentação: as mulheres que amamentaram, por exclusivo, durante, pelo menos, dois meses apresentaram uma taxa de recaída de apenas 36% contra os 87% das mulheres que não o fizeram.

O estudo destaca que o aleitamento materno exclusivo provoca mudanças no organismo que podem reduzir as inflamações decorrentes da doença.
fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A

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COMEMORAÇÃO: Dia nacional de doação de leite humano.

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Dia Nacional de doação de Leite Humano

No dia 1º de outubro de 2009 será comemorado, pelo sétimo ano consecutivo, o Dia Nacional da Doação de Leite Humano. Data que representa intensa mobilização para divulgação das ações dos Bancos de Leite Humano, como também para incentivo ao aleitamento materno, especialmente a doação de leite humano. As ações que estimulam a utilização de leite humano pelas crianças menores de dois anos de idade contribuem para reduzir a desnutrição, a morbidade e a mortalidade infantil.

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Em todo o país são realizados eventos, possibilitando que as atividades dos Bancos de Leite Humano e sua importância no cenário da saúde pública, sejam conhecidas por todos, o que tem contribuído para sensibilização de novas doadoras voluntárias.
Este ano, a atriz Samara Felippo, doadora do Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira/FIOCRUZ está representando as doadoras de leite humano.

SE VOCÊ TEM EXCESSO DE LEITE, DOE. É UMA PROVA DE AMOR QUE SÓ UMA MÃE PODE DAR.

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Mastite Tardia – nós cuidamos…

O apoio amplo e eficaz à lactação é essencial para as nutrizes que apresentam mastite.

Paciente, com bebê de 6 semanas, apresentou dores no corpo e febre, e no dia seguinte inchaço da mama esquerda, com vermelhidão e dor. Não observou diminuição das freqüências das mamadas, não tem nenhuma lesão na mama.

Geralmente, a mastite é diagnosticada clinicamente a partir da presença de sinais característicos, como uma área localizada e dolorida em um seio em associação aos sinais sistêmicos, como febre e mal-estar.

A técnica de amamentação deve ser amplamente aplicada, e a mãe deve ser orientada a esvaziar a mama com freqüência (e por completo), fazendo massagens circulares por toda a mama, e realizando a retirada de todo o excesso.

Os clínicos devem tratar a mastite precocemente e recomendar a manutenção da amamentação, uma vez que essa inflamação não representa nenhum risco ao lactente, para prevenir uma complicação freqüente, o abscesso na mama. Este apresenta sinais clínicos semelhantes à mastite, exceto pela presença de uma área de consistência firme e que, freqüentemente, apresenta flutuação. A ultra-sonografia da mama pode confirmar este diagnóstico.

A avliação do médico e o acompanhamento de um consultor em amamentação é de extrema necessidade, visto que é necessário um trabalho periódico para que não ocorra um desdobramento infeliz.

Caso clínico acompanhado pelo MamaMia.

informacao.mamamia@gmail.com

Fabiola Costa – (21) 9899-4885