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SOS Niterói: Huap necessita de doação de vidros com tampa plástica para armazenar leite materno.

 

O Banco de Leite do Hospital Universitário Antonio Pedro é de extrema importância para as mães e recém-nascidos do hospital, pois muitas mulheres apresentam dificuldade para produzir leite e isso gera um prejuízo na alimentação do bebê e tristeza quando não podem amamentar seus filhos. Com o intuito de mudar essa situação, o Banco de Leite do Huap oferece apoio a essas mães e garante a boa alimentação de seus filhos por meio do leite doado, e cuidadosamente preparado para o recém-nascido. Logo, a doação de leite e materiais que garantem a doação é fundamental para as mães e bebês do Huap.

De acordo com a coordenadora de Assuntos Externos do Huap Bertilla Riker, a média ideal para abastecer o hospital e não correr o risco de escassez é de 70 litros de leite humano por semana. Para não inutilizar o leite materno doado, existe um rígido controle de exames e pasteurização do leite materno. Segundo Bertilla, a pasteurização do leite evita a transmissão de doenças e contato com vírus como o HIV. E para armazenar essa quantidade de leite humano de forma segura e higiênica, o Huap necessita da doação de vidros com tampa plástica. Com as campanhas promovidas pelo setor o retorno de material é bem grande, mas quando não há campanhas o número de doações cai de forma considerável, o que gera um risco para a saúde dos recém-nascidos.
O leite materno é essencial para o recém-nascido, pois alimenta e protege contra diversas doenças. Com a preocupação de manter a saúde do bebê e da mãe, os bancos de leite são considerados grandes fontes de vida. E para garantir esse ato de solidariedade, os interessados em doar vidros e as mães que quiserem doar leite, devem entrar em contato com o telefone 2629-9234 ou enviar  e-mail para bancodeleite@huap.uff.br. O Banco de Leite Humano do Hospital Universitário Antonio Pedro fica na Rua Marquês de Paraná, 303, centro, Niterói.

 

Fonte: http://www.huap.uff.br/huap/node/258

 

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Vamos comemorar, doando? Dia Mundial de Doação de Leite Humano.

“Temos o orgulho de ter o melhor banco de leite do mundo e sua inovadora tecnologia de pasteurização do leite materno exportada para diversos países.
A comemoração do dia 19 de Maio como o “Dia Mundial de Doação de Leite Materno” a partir de 2012.
E desejamos comemorar esta data, demonstrando a importância da amamentação exclusiva e a doação de leite materno aos Bancos de Leite espalhados por todo o nosso país.
Hoje o Brasil conta com mais de trinta centros de referências em todas as regiões brasileiras.
Queremos convocar todas as mamães potencialmente doadoras do nosso país e participarem desta campanha conosco! Neste dia, faça o seu cadastramento em um dos bancos e seja uma doadora. Será uma mobilização nacional apoiada pelo Ministério da Saúde e a Rede Fio Cruz.
Seu leite poderá salvar a vida de centenas de bebês em UTI´S neonatais!”
Coloque o selo da campanha em seu blog e site e ajude-nos a fazer do Brasil o maior país doador de leite materno do mundo!
Uma parceria MamaMia, Aleitamento Materno Solidário para incentivar a doação de leite humano.
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Brasileiras estão mais conscientes a respeito da amamentação.

Por: Max Milliano Melo

Qual a posição correta de segurar o bebê na hora da amamentação? O que fazer para evitar que os seios machuquem durante o aleitamento? Essas são algumas dúvidas que assolam as mães, sejam elas de primeira viagem ou não. Para especialistas, no entanto, melhor que aprender errando é se informar antes. Cursos, disponíveis na rede pública de saúde, são indicados para evitar que as primeiras refeições dos pequenos se tornem um pesadelo para as mães.

Para o pediatra Luciano Borges Santiago, diretor do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), amamentar não tem segredo. Ele explica que a melhor forma de aprender as técnicas corretas de amamentação é por meio de cursos pré-natais. “Hoje existem inúmeras instituições que oferecem esses cursos, desde bancos de leites e unidades básicas de saúde a planos de saúde”, afirma o especialista. “Nesses ambientes, todas as dúvidas que as mães tiverem podem ser sanadas”, completa o médico.

Entre as questões mais comuns levantadas pelas gestantes está a produção e a qualidade de leite de cada mãe. “No Brasil, existe um mito de que o leite materno pode ser fraco ou insuficiente para amamentar uma criança, o que é uma inverdade”, afirma Santiago. A orientação da SBP é que o peito seja a única fonte de alimentação da criança até os 6 meses de idade, sendo complementada com outros alimentos depois disso.

Muitas mães reclamam que, devido à sucção do bebê, os mamilos incham, racham e chegam a sangrar. Os especialistas afirmam, no entanto, que isso não é normal. “Se alguns desses problemas acontecem é porque a criança não está sendo colocada na posição correta”, afirma Santiago. Nesses casos, sempre surgem soluções caseiras, como usar cremes hidratantes ou outros tipos de substâncias. Mas as mamães devem ficar alertas. Por ser justamente a região onde o bebê coloca a boca, o uso de determinadas substâncias pode intoxicar o frágil organismo dos filhos. A solução é procurar um profissional especializado que ajude a identificar o que está causado o problema. Normalmente, os médicos receitam óleo mineral para aliviar o incômodo.

A estudante Majoy Vergueiro, 24 anos, recorreu a um curso de amamentação oferecido de graça pelo no Hospital Regional da Asa Sul (Hras), onde recebeu todas as informações sobre como amamentar o pequeno Ian, que na próxima semana completa 4 meses. “Fui logo na segunda semana depois que ele nasceu, foi ótimo. Me ensinaram como amamentar corretamente, como segurar o bebê e me deram um óleo para ajudar a diminuir as dores nos mamilos”, conta a mãe de primeira viagem.

A confiança adquirida no curso fez a jovem passar com tranquilidade pelas primeiras semanas do aleitamento, fase em que tanto mãe quanto filho ainda estão aprendendo a lidar com a amamentação. “No início dói um pouco, mas acho que isso é fruto do momento. Logo que se pega o jeito, esse problema fica facilmente controlável. Até me deram um óleo mineral, mas acho que foi adquirindo experiência que as coisas se resolveram”, conta Majoy.

O caminho percorrido pela estudante começa a ser seguido também pela operadora de caixa Luana Honorato, 20 anos. Hoje o pequeno Eurípedes Kauan completa seu primeiro mês de vida, e a mãe ainda está aprendendo a amamentar corretamente. “As enfermeiras ensinaram como fazer, mas nos primeiros dias realmente é um pouco difícil. Até pegar prática”, afirma Luana, que no começo tinha dificuldade para amamentar o pequeno.

Apesar dos desafios iniciais, ela não desistiu do aleitamento. “Acho que é mais saudável, pelo menos enquanto estiver de licença-maternidade”, conta a mãe. Isso deve acontecer quando o bebê completar 6 meses, idade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a introdução de outros alimentos na dieta dos pequenos. “Mesmo assim, pretendo retirar leite para ele mamar em casa, e oferecer o peito quando chegar à noite”, afirma a mãe.

Consciência
Assim como Majoy e Luana, as mães brasileiras estão mais conscientes da importância da amamentação. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, 41% das crianças recebem apenas o leite como alimento no primeiro meio ano de vida, conforme determina a OMS. “Há 20 anos, esse percentual era quase zero”, explica Elsa Giugliane, coordenadora da área técnica de Saúde da Criança do ministério. O tempo de amamentação também cresceu nas últimas décadas. “Hoje, em média, as crianças mamam por 18 meses. Em 1980, o período de amamentação se estendia por apenas dois meses e meio”, completa a especialista do MS.

A gestora comemora os avanços, mas admite que ainda há muito a ser feito. “Atualmente, cerca de 70% das crianças mamam no peito, um percentual bastante alto se considerarmos como era esse índice décadas atrás, quando amamentar era considerado fora de moda, e a maioria das mães recorria a fórmulas industrializadas”, afirma Elsa. Segundo ela, para que esse índice seja ainda mais alto, é preciso uma ação de toda a sociedade. “A amamentação passa pelo chefe, que precisa liberar a funcionária para que ela possa amamentar, e pela família, que tem de criar condições em casa para a mãe ter tempo disponível. Enfim, é uma questão que vai muito além do desejo da mãe”, conclui.

Cientes da importância do leite materno, e de seu papel na saúde dos mais pequenos, mesmo quando a criança não pode — ou não consegue — sugar o leite do peito, mães se esforçam para oferecer esse rico alimento a elas. Assim é com a técnica de enfermagem Laudiene Alves Costa, 25 anos. Seu filho Luiz Gustavo, hoje com 1 ano e 7 meses, passou por maus bocados. Com problemas nos rins e no aparelho digestivo, o garoto ficou muito tempo internado. Isso não demoveu a mãe do desejo de dar o peito. “Desde pequenininho, quando ele ainda ficava na encubadora, eu tirava o leite manualmente e dava pra ele”, conta a mãe.

Mesmo quando o menino, hoje praticamente recuperado, não conseguia engolir, o leite da mãe continuou sendo seu alimento. “Nas fases mais complicadas ele tomava o leite pela sonda. Às vezes, eu tinha que tirá-lo a cada três horas”, relembra Laudiene. Hoje com o menino tranquilo, e com a saúde estável, ela tem certeza de que faz a coisa certa. “O leite foi importante para ele ganhar peso e se fortalecer. Claro que os cuidados médicos foram importantes, mas acho que o leite do peito teve um papel fundamental na recuperação dele”, conclui.

Aprendendo a mamar

Veja como ajudar o bebê a “pegar” a mama:

» 1º – Tocar os lábios do bebê com o mamilo

» 2º – Direcionar o mamilo para o palato do bebê

» 3º – Esperar até que a boca esteja bem aberta

» 4º – Nessa altura, trazer o bebê rapidamente à mama

» 5º – A mão deve estar em forma de C — com os quatro dedos contra a parede do tórax debaixo da mama; com o indicador apoiando a mama por baixo e o polegar acima da auréola.

Dicas

» Verifique se o nariz e o queixo do bebê ficam junto à mama

» A cabeça do bebê deve estar alinhada com o resto do corpo; a criança não deve ficar de lado na hora de mamar

» Durante a amamentação, deve-se ouvir a deglutição, ou seja, o barulho do bebê engolindo o leite

» Atenção para a mão da mãe não ficar próxima demais do mamilo. Isso dificulta a sucção pelo bebê

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br

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Considerações importantes sobre retirada e a forma armazenamento de leite humano.

Os primeiros jatos do leite coletado deverão ser desprezados, a fim de eliminar possíveis microrganismos patogênicos e garantir uma contagem microbiana menor no leite ordenhado. A eliminação dos primeiros mililitros (2 a 5mL) no momento da ordenha, ou dos jatos iniciais, contribui para a redução de até 90% da população inicial de bactérias. Isso porque as regiões mais periféricas dos ductos mamilares são colonizadas por microrganismos, de modo geral com características saprofíticas, que, por estarem ecologicamente adaptados, crescem com rapidez. Esse fato decorre da permanência de resíduos de leite na região, entre o intervalo das ordenhas.
Por ação física de arraste, os primeiros mililitros ejetados trazem consigo a quase totalidade dessas bactérias. Assim, ao desprezar os primeiros jatos, descarta-se também essa microbiota secundária – desejável quando se trata de amamentação direta ao seio – mas que representa fator de risco para a ocorrência de não-conformidades quando se trata de leite humano ordenhado.

A esterilização mal feita dos utensílios utilizados na coleta do leite, acarreta uma alta porcentagem de contaminação. Entende-se por utensílios, bombas elétricas, bombas manuais e as mãos, devem ser bem lavadas.

Considera-se embalagem padrão para acondicionamento do leite humano frascos de vidro de boca larga, com tampa plástica rosqueável*.  As embalagens de vidro, face às suas características, sobretudo as construídas com borosilicato, apresentam custo menor, alem de atender a todas as demais exigências para o acondicionamento do leite humano ordenhado. Um cuidado especial deve ser tomado com os frascos que apresentam solda na sua parte inferior, uma espécie de costura que prende o fundo  ao corpo do vidro. Essas soldas são frágeis e, quando submetidas a baixas temperaturas ou a estresse térmico, rompem-se.

* potinhos de alimentação infantil não tem tampa plástica

* copos de nutella não tem tapa rosqueável

IM PORTANTE: As embalagens plásticas*, em sua grande maioria, trazem o problema de despolimerização (decomposição) parcial do plástico, imperceptível macroscopicamente, sobretudo quando aquecidas a temperaturas superiores a 50ºC.

* entende-se por embalagens plásticas – garrafinhas, saquinhos, tupperware…


O tempo de estocagem do leite humano ordenhado, ou vida de prateleira, depende, dentre outros fatores, do tipo de embalagem utilizada para acondicioná-lo.

fonte: Manual de normas técnicas para banco de leite humano/ Fiocruz

 


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Vamos refletir?

 

Por mais que se façam campanhas incentivando o aleitamento materno, algumas questões que dificultam o sucesso nessa empreitada devem ser discutidas para que possamos entender porque ainda hoje tantos fracassos rondam a amamentação. Qualquer mãe falará, sem sombra de dúvida, sobre a importância desse tema. Não há quem questione a obviedade da preferência pela forma natural de alimentação do bebê até, pelo menos, seis meses de idade. Também sabemos que as maternidades estão muito voltadas para o apoio à parturiente e costumam ser enfáticos no apoio neste momento. Por que ainda vemos tantos problemas com a amamentação: Podemos elencar alguns empecilhos e soluções.

Insistir com a gestante que a amamentação é um ato amoroso de extrema importância é uma faca de dois gumes. Se, por um lado, incentiva e valoriza os atributos da mãe, por outro, cria uma pressão na forma de expectativa, dando a entender que a mãe que não conseguiu amamentar teve dificuldades em amar seu bebê, sendo uma mãe “menos generosa”, menos mãe etc. Este tipo de enfoque também parte do pressuposto de que a amamentação não requer aprendizado e que basta querê-lo. Assim, a mãe que não supera as dificuldades deste tipo de alimentação, “não quis o bastante”. Pressupõe, esta abordagem puramente romântica, que não há o que ensinar, é tudo natural.

Primeiro, precisamos pensar que o homem sempre viveu em comunidade, desde os tempos primitivos e que a tradição oral dava conta de transmitir o aprendizado de geração em geração sendo a cultura inteiramente interativa, ou seja, mães e bebês não estavam isolados e uma mulher muito antes de dar à luz conhecia todo o desenrolar da procriação, pois participava do parto e puerpério das outras mães da comunidade. Havia uma tecnologia sim, da amamentação, e ela era passada entre as mulheres no convívio social. Hoje em dia, nem os cuidados básicos consigo mesmo são transmitidos dentro da família que, por si só, é isolada dos demais. Quantas pessoas (para não dizer mulheres) aprenderam a cozinhar com seus pais? A transmissão do conhecimento costuma ser acadêmica e o espaço de troca desapareceu. Cada casal tem o seu bebê sem contar com a ajuda da comunidade: temos babás, enfermeiras, psicólogas, médicas etc. Não é incomum que o primeiro bebê a ser cuidado por um casal seja o seu próprio. Muitos homens carregaram pela primeira vez um bebê quando nasceu o seu! Incentivar a amamentação sem ensinar “macetes” é uma forma de abandono à própria sorte e pode gerar ansiedade, o que, por sua vez, tende a atrapalhar o processo. Amamentação deve ser ensinada e facilitada.

Outra questão refere-se à transição entre a gestação e o puerpério. O primeiro modelo de cuidado que a mãe tem é gestacional, quer dizer, para a parturiente nada do que ela fizer se compara à plenitude da gravidez. Isso tem dois aspectos: num ela não se dá conta de que foi capaz de gerar outro ser humano com seus próprios recursos corporais e, portanto, não atribui a si a potência suficiente para cuidar do bebê fora da barriga. Num caso extremo, a mãe se vê impotente diante da tarefa, pois está alienada do seu papel fundamental até então.

Noutro lado, ela pode reconhecer a magnitude de seu desempenho e tem como modelo nada menos do que a satisfação plena que era capaz de proporcionar ao bebê. Neste caso, existe uma dificuldade de sair do modelo onipotente da gestação. Em ambos os casos, o que se procura é reafirmar a potência da gestação e valorizar o puerpério, ajudando a gestante a abandonar o primeiro modelo de cuidado onipresente, ou seja, fazer a completa transição para cuidado fora do útero.

Outra questão que atravessa tudo que diz respeito ao humano é a cultura. Não podemos pensar em amamentação como algo “natural”, porque não somos seres simplesmente regidos pelo biológico. Como nos aponta ALMEIDA (1999): “A amamentação, além de ser biologicamente determinada, é socioculturalmente condicionada, tratando-se, portanto, de um ato impregnado de ideologias e determinantes que resultam das condições concretas da vida”. Assim, cada grupo social ira incentivar ou não a lactação em função de questões históricas e sociais. Quando nos vemos frente a dificuldades no aleitamento, temos que nos ocupar com uma anamnese que pesquise fatores culturais e familiares daquela dupla de mãe e bebê. Expectativas, fantasias, ideário familiar (desempenho das outras mulheres da família ou meio social). Algumas mulheres se vêem diante da desconcertante tarefa de superar suas próprias mães que, muitas vezes, fracassaram e tendem a desestimulá-las evitando que se frustrem como elas mesmas.

Devemos ter em mente que tudo o que acontece à dupla mãe/bebê envolve os aspectos da subjetividade e da díade, sua intersubjetividade, o corpo de ambos e o contexto sociocultural e histórico. Falar de amamentação é falar de relacionamento humano e deve ser encarado em suas múltiplas facetas.

Muitas são as questões que atravessam os cuidados com a amamentação e não podemos nos eximir de nossas responsabilidades no apoio efetivo para o bom desempenho dessa importantíssima tarefa.

 

Por: Vera Iaconelli – Psicóloga, Mestre em Psicologia pela USP, Psicanalista pelo Instituto Sedes Sapientiae, Professora do curso de formação em Psicologia Biodinâmica do IBPB

http://www.institutogerar.com.br/index.html

 

Referência bibliográfica

ALMEIDA, João Aprígio Guerra de. Amamentação: um híbrido natureza-cultura. Ed. Fiocruz, Rio de Janeiro, 1999.

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Cinco sentidos da Amamentação

 

OLFATO

O bebê precisa cheirar você. Deixe o bebê estar em seu corpo, pele com pele, cheirar seus óleos e essências. Sem dar banho nele na primeira hora, permita que a impressão do cheiro do útero permaneça nele. Estes cheiros irão desencadear a consciência do seu bebê que ela está bem onde ela precisa ser – perto de você!

PALADAR

O bebê precisa do seu gosto. Se você permitir que um bebê “rastrear” pelo seu abdômen para o peito nos primeiros momentos de vida, o bebê vai pegar o seu sabor e responder favoravelmente. Detecção através deste rastreamento vai estimular pescoço, boca e sugar os reflexos na forma das raízes do bebê em torno à procura de um mamilo. Permitir que os lábios dele recolham o mundo à sua volta e como ele encontra o caminho para o seu seio para mamar.

TATO

O bebê precisa tocar você. Jogue fora as luvinhas de bebês! Deixe o bebê “abraçar” o seu peito. Permita que o bebê tome posse dele e de sentir o seu entorno para obter seu suporte. A posição inicial é boa para reclinar um pouco e colocar o bebê na linha média do peito, os olhos ao nível dos mamilos. Apenas deixe o bebê mexer e sentir ao redor. As mãos do bebê são fundamentais para orientar-se para uma posição ideal de amamentação, para navegar e equilibrar a si mesmo para garantir uma boa pega. Seja paciente e com muito apoio, dê tempo para o bebê explorá-lo.

VISÃO

O bebê precisa ver você. Não é por acaso que um recém-nascido tem um alcance da visão limitado. Seu foco é pobre, mas a distância do se alcance de visão é exatamente entre a mãe e o seu rosto durante a amamentação. Esta distância ideal provavelmente evoluiu por causa da amamentação. Então, olhe em seus olhos e deixe o saber que você o vê.

AUDIÇÃO

O bebê precisa ouvir você. Um recém-nascido vai virar a cabeça na direção de sua mãe ou a voz do pai. No útero, o bebê foi embalado e gerado pelos tons suaves da sua voz e os seus batimentos cardíacos. Mesmo ao nascer, a voz terna o toca com amor, confiança, apoio e a confiança ressoam intuitivamente com o bebê. Elogie e converse com o seu bebê constantemente. O bebê que se desenvolve com essa “audiência” amorosa e pacífica, servirá como uma fonte de consolo e carinho para ele.

 

Fonte:  aleitamento solidário