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Amamentar na primeira hora de vida, é POSSÍVEL!

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Programa Sala de Convidados: Política de atenção ao parto e nascimento

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“A Música do bebê” – Musicoterapia na pré-concepção e gestação

Existe uma tribo na África onde a data de nascimento da criança não é contada nem a partir do dia em que ela nasceu nem a partir da concepção, porém a partir do dia em que a mãe pensou pela primeira vez na criança.

Assim, quando a mãe decide ter a criança, ela deixa a aldeia onde mora e vai sentar-se sozinha sob uma árvore. Ali ela permanece até que consiga ouvir a música da criança que deseja conceber.

Depois disso, retorna à aldeia e ensina a canção ao pai. Enquanto fazem amor para conceber a criança, eles cantam a sua canção como um convite para que se junte a eles.

Quando a mãe está grávida, ela ensina a canção da criança para as parteiras e anciãs da aldeia para que, durante o parto e no momento do nascimento, o bebê seja saudado com a sua canção.

Depois do nascimento, todos os moradores da aldeia aprendem a música e, à medida em que a criança cresce, eles a cantam quando ela cai ou se machuca.

A música é cantada também em situações de triunfo, em rituais ou iniciações. Essa canção torna-se parte da cerimônia de casamento quando a criança cresce.

E, no final da sua vida, os entes queridos se reúnem em volta do seu leito de morte e a entoam enquanto sua alma deixa o corpo, gradativamente. (PROPHET, 2001)

A música faz parte de toda a nossa vida, toda nossa história, toda a nossa formação física, mental e espiritual. Mas como explicar o porquê a música nos afeta tão profundamente?

Música é vibração e de acordo com a física quântica, tudo o que é matéria possui uma vibração, uma energia; ou seja, tudo é vibração e energia e tudo possui um som. Mesmo que inaudível ao nossos pequenos aparatos auditivos, esse som pode ser ouvido por aquele cuja a intuição e a mente se coloca além dos sentidos apenas físicos e se deixa ouvir os sons mais sutis presentes no Universo e dentro dele.

Com isso chegamos à grande questão da criação do Universo palpável, matéria. Relembrando o trecho da Bílblia: E o Verbo (palavra, Som) se fez carne (matéria, físico).  Do sOM, o Universo foi criado. Como somos um pedaço desse Universo, também fomos criados pelo sOM, também somos o Som, somos Música.

Por isso a grande importância da Música no restabelecimento da saúde. Concluímos então, que Música é saúde e a doença é uma dissonância. Um problema ‘musical’, pela falta de ‘harmonia’ no aspecto geral do ser humano.

“E se eu estou em plena desarmonia comigo, como será a ‘gestação’ de outro ser humano dentro de mim?”

Por essas e outras questões percebemos o quão importante é o tratamento na pré-concepção, concepção, gestação e nascimento da criança. Como nos fala Eleanor, do Projeto Luzes, da Ciência do início da vida, sitando Aivanhov, 1999:

Ao invés de o Estado continuar a gastar milhões com segurança, tribunais, saúde e escolas reformatórias; ao invés de continuar a criar reformas seculares que resultam em mudanças pouco significativas no padrão de problemas que a sociedade de todo o mundo enfrenta, seria mais eficiente, e infinitamente menos dispendioso, que o Estado se ocupasse em auxiliar a mulher grávida, concedendo-lhe todo o suporte de que precisaria para, unicamente, gestar. Criar centros gestacionais onde haja jardins, onde haja várias expressões de arte, e uma especialmente boa qualidade de alimento; lugares onde as grávidas possam participar de conferências e realizar práticas de meditação, tendo como foco unicamente uma esmerada educação deste ser que vai nascer, com um código genético muito aprimorado e com uma habilidade emocional e espiritual bem superior. Quantas são hoje as mulheres grávidas que vivem em condições de recursos mínimos, vítimas de violência? Que ser poderá vir a nascer, gerado por tais condições de estresse da mãe e tais condições de espírito dela? (AÏVANHOV, 1999)


A autora fala ainda da música como uma poderosa amplificadora da experiência da vida, hoje cientificamente comprovado; acrescentando que a musica é vista como a mais espiritual das artes, o que é essencial para a concepção consciente: “É questão de um casal dar-se conta de que freqüência ele está, até mesmo de que música ouve neste momento, assim como é importante que a grávida leve em conta a música que ouvirá durante a gravidez”. (Luzes, 2007)

Por essas e várias outras razões acreditamos na importância desse cuidado, acolhimento e expressão da mulher mesmo antes de se pensar ter o filho, quando se planeja ter um, ou mesmo durante a gestação. Porque, como diz Luzes, a educação da criança começa antes mesmo da concepção, com a boa preparação dos pais tanto física, mental, emocional e espiritual, para que o mesmo possa nascer com o primeiro direito de todo ser humano: Nascer em Plenitude.

E a Musicoterapia vem consideravelmente contribuir para esse conceber, gerar e nascer em plenitude do ser humano. Por isso, a importância de se ter um acompanhamento do médico, doula (profissinais que acompanham a gestante durante o pré-natal e o parto), atividades físicas direcionadas, hatha yoga e meditação e o acompanhamento de um psicoterapeuta e musicoterapeuta.

A Musicoterapia com as gestantes e aquelas que se preparam para esse sagrado momento é um grande começo para o restabelecimento da saúde da mãe, do bebê e do pai (se este for presente), na busca da saúde e harmonia plena; na busca do seu som e o som da criança.

Pois se tudo é som, nada melhor do que gerá-lo e acalentá-lo por sua tão esperada chegada ao útero e ao mundo. E se não foi esperado; buscar respostas, compreensão, perdão, aceitação e busca por um amor ainda em estado embrionário e que poderá, sem dúvidas, florescer; para o bem geral da mãe e do bebê.

Por:  Mt. Adriana Silvestre

Veja mais em:  http://www.adrianasilvestre.com.br/index.php

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Bancos de leite do Brasil são referência mundial.

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No método brasileiro, cada vidro de leite específico recebe um número e um programa de computador procura entre todas as doações a que melhor atende à necessidade de cada criança. Não há mistura.

Uma técnica desenvolvida em bancos de leite materno do Brasil está ajudando na recuperação de bebês prematuros em outros países.

O leite que sobra depois da mamada é recolhido uma vez por semana no Rio pelo carro do Corpo de Bombeiros. Em Niterói um carro do Hospital Universitário Antônio Pedro faz a coleta.

Em Vitória no Espírito Santo é a Polícia Militar que leva as doações. A boa vontade é igual a do resto do mundo, mas as semelhanças param por aí.

Chegando aos bancos de leite brasileiros, as doações encontram laboratórios duas décadas à frente dos bancos de leite dos países mais desenvolvidos do planeta.

Nos Estados Unidos, por exemplo, todas as doações são misturadas em uma espécie de panelão.

Depois de passar por um tratamento térmico, o leite padronizado é distribuído em garrafinhas, com uma perda irreparável.

“Se perde a oportunidade de exatamente explorar as especificidades porque na verdade não existe leite humano, existem leites humanos e esse é o grande diferencial”, afirmou o coordenador da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, João Aprígio de Almeida.

No método brasileiro, cada vidro passa por uma análise simples, mas reveladora: quanto mais rosa, maior a acidez da amostra.

Basta girar na centrífuga uma quantidade menor do que uma gota de leite para ver a faixinha escura que diz quanta gordura existe no leite. Em menos de 15 minutos, as diferenças aparecem.

Cada vidro recebe um número e um programa de computador procura entre todas as doações a que melhor atende à necessidade de cada criança.

O resultado da técnica, desenvolvida por pesquisadores brasileiros, impressiona: em todos os casos, as crianças se recuperam muito mais rapidamente do que quando se usa leite materno misturado, como acontece nos Estados Unidos e em vários países da Europa. A tecnologia do Leite-remédio virou referência mundial: 22 países montaram seus bancos de leite com a ajuda do Brasil.

O próximo país a adotar essa tecnologia do leite materno vai ser a Espanha já no próximo mês.

Fonte: globo.com
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