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Vamos comemorar, doando? Dia Mundial de Doação de Leite Humano.

“Temos o orgulho de ter o melhor banco de leite do mundo e sua inovadora tecnologia de pasteurização do leite materno exportada para diversos países.
A comemoração do dia 19 de Maio como o “Dia Mundial de Doação de Leite Materno” a partir de 2012.
E desejamos comemorar esta data, demonstrando a importância da amamentação exclusiva e a doação de leite materno aos Bancos de Leite espalhados por todo o nosso país.
Hoje o Brasil conta com mais de trinta centros de referências em todas as regiões brasileiras.
Queremos convocar todas as mamães potencialmente doadoras do nosso país e participarem desta campanha conosco! Neste dia, faça o seu cadastramento em um dos bancos e seja uma doadora. Será uma mobilização nacional apoiada pelo Ministério da Saúde e a Rede Fio Cruz.
Seu leite poderá salvar a vida de centenas de bebês em UTI´S neonatais!”
Coloque o selo da campanha em seu blog e site e ajude-nos a fazer do Brasil o maior país doador de leite materno do mundo!
Uma parceria MamaMia, Aleitamento Materno Solidário para incentivar a doação de leite humano.
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Vamos doar? Litros de amor.

No Dia Nacional da Doação de Leite Materno, a dona de casa Gildilene Lopes Andrade dos Santos dá exemplo de solidariedade ao se tornar a maior doadora do estado. Foram cem litros de leite nos últimos 10 meses.

foto: Daniel Pera/Diário SP

Em vez de jogar o leite na pia da cozinha, a opção por doá-lo. Graças à escolha feita pela dona de casa Gildilene Lopes Andrade dos Santos, de 31 anos, 350 bebês puderam ser alimentados pelo leite excedente doado por ela. Em 10 meses, Gildilene recolheu e repassou mais de 100 litros do alimento, numa atitude que a transformou na maior doadora do estado de São Paulo e o principal exemplo no Dia Nacional da Doação de Leite Humano, comemorado nesta sexta (1º).

Veja reportagem completa em:http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2010/09/8714-litros+de+amor.html

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Comprovada presença de anticorpos contra o rotavírus no leite materno.

Estudo inédito foi desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Instituto Butantã.

É extensa a lista dos benefícios à saúde proporcionados pela amamentação o leite materno é rico em nutrientes, vitaminas e agentes imunológicos e contribui para o desenvolvimento intelectual, psíquico e emocional do bebê. A prática é tão importante que o Ministério da Saúde preconiza o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e a manutenção da amamentação até os dois anos de idade. Confirmando a importância da amamentação para a formação do sistema imunológico dos bebês, estudo desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Instituto Butantã identificou a presença de anticorpos contra o rotavírus no leite humano. Os resultados inéditos serão apresentados no 5º Congresso Brasileiro / 1º Congresso Iberoamericano de Bancos de Leite Humano, que ocorrerá de 28 a 30 de setembro, em Brasília.”

A análise do leite humano de mulheres não vacinadas contra o rotavírus identificou a presença de anticorpos no leite materno que podem proteger os bebês contra as doenças diarréicas provocadas pelo vírus” , resume a pediatra Virgínia Spinola Quintal, coordenadora do Banco de Leite Humano do Hospital Universitário da USP. Virgínia informa que o sorotipo do vírus estudado o rotavírus g9p é um dos sorotipos presentes na atual vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde e tem prevalência emergente no Brasil.

A quantificação dos níveis de anticorpos presentes no leite humano mostrou que a concentração de agentes imunoprotetores contra o rotavírus varia de mãe para mãe aspecto que ainda será esclarecido pelos pesquisadores. Virgínia explica que, como as mulheres têm concentrações diferentes de anticorpos, não é possível assegurar que, em todos os casos, a mãe transmitirá quantidade suficiente de anticorpos para proteger a criança. Por isso, a vacinação deve permanecer.

“O estudo sugere uma avaliação mais profunda do efeito protetor do aleitamento materno sobre a infecção pelo rotavírus, considerando a possibilidade de interferência da amamentação na resposta da criança à vacina. Os resultados desta investigação podem colaborar para a revisão da atual estratégia de vacinação contra o rotavírus” , a pesquisadora apresenta.

Atualmente, a vacina contra o rotavírus é administrada por via oral em duas doses, aos dois e aos quatro meses de vida. Não há associação com a amamentação porque o efeito protetor do leite humano contra o rotavírus ainda não era conhecido. “É preciso entender como os anticorpos do leite humano e os componentes da vacina interagem, para verificar se a proteção transmitida pela mãe pode neutralizar o efeito da vacina. O objetivo é propor novas estratégias de imunização contra o rotavírus, combinando amamentação e vacinação” , Virgínia adianta.

Os resultados comprovam a eficácia do aleitamento materno como estratégia para a redução da mortalidade infantil uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). As doenças diarréicas estão entre as principais causas de óbito entre crianças menores de cinco anos e a amamentação é internacionalmente reconhecida como estratégia eficaz para redução do problema.

O 5º Congresso Brasileiro / 1º Congresso Iberoamericano de Bancos de Leite Humano reunirá em Brasília representantes dos 23 países que compõem o Programa Iberoamericano da Bancos de Leite Humano (IberBLH), coordenado pela Fiocruz. O Brasil é pioneiro na área e concentra, em todo o país, 200 bancos de leite humano, que compõem a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RedeBLH). O impacto da iniciativa sobre a saúde pública é tão significativo que, em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a RedeBLH como a ação que mais contribuiu para a redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990.

Fonte: Fiocruz

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Banco de Leite do HUAP/UFF, lança campanha de doação.

O Hospital Universitário Antônio Pedro, vinculado à Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ), iniciou uma campanha para aumentar a doação de leite materno. O objetivo é coletar até 70 litros de leite por semana para atender cerca de 60 bebês prematuros, ampliando a distribuição para três hospitais da região.

O leite materno é fundamental para oferecer suporte nutricional e imunológico a todos os bebês nos primeiros seis meses de vida. Segundo a nutricionista do banco de leite Fernanda Lopes, o alimento é importante para atender bebês internados em UTIs neonatais (unidades de tratamento intensivo), cujas mães podem estar incapacitadas momentaneamente, de suprir com seu próprio leite, as necessidades de seus filhos.

“Os bebês que estão na UTI neonatal são prematuros, têm uma imunidade um pouco menor, nascem com 400 ou 500 gramas. O leite é uma substância viva que tem vários efeitos protetores e de desenvolvimento para o bebê”, destacou a nutricionista.

Ampliação

Hoje, o Banco de Leite do Antônio Pedro só atende a UTI neonatal do próprio hospital, que tem 12 leitos. Com a ampliação da captação de leite materno, será possível fornecer o alimento para as UTIs do Hospital Infantil de São Gonçalo e dos hospitais Estadual Azevedo Lima e Municipal Getúlio Vargas Filho, em Niterói.

Com o projeto, espera-se reduzir a mortalidade infantil na região metropolitana de Niterói, que reúne sete municípios.

Para doar, basta que a pessoa esteja saudável e tenha leite excedente.

Informações podem ser obtidas pelos telefones:

(21) 2629-9234 e 2629-9052

e-mail: bancodeleite@huap.uff.br.

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Amanhã em Niterói: Ciclo de debate para profissionais…