1

PERCEPÇÃO DA DOR PELA MULHER NO PRÉ-PARTO: A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE

google images

Ao longo dos tempos, foi crescente a medicalização da sociedade brasileira e o parto constitui um marco nesse processo, caracterizando-se como uma forma especial de medicalização. Nesse evento, o medo de sentir dor colaborou para aumentar, em muito, as intervenções invasivas no corpo feminino.

As respostas às dores do parto são variáveis de acordo com as diversificações culturais, as características psicológicas, a individualidade das mulheres e o ambiente em que as clientes são atendidas. Assim, espera-se que tudo o que compõe o espaço social no momento da parturição, como o ambiente, os profissionais, os instrumentos utilizados e as sensações percebidas pelas parturientes, podem contribuir para fechar ou abrir o sistema de transmissão da dor.

Desse modo, selecionou-se por objeto de estudo a influência dos fatores presentes no ambiente do pré-parto na dor, segundo a percepção das puérperas. Para desvelar este objeto, propõese os seguintes objetivos: descrever os fatores que influenciam na exacerbação e no alívio da dor durante o trabalho de parto e analisar a relação entre ambiente e dor do parto.

Entende-se que, ao trazer para reflexão o que a própria mulher percebeu como sendo determinante de sua dor, estar-se-á contribuindo para reforçar a utilização e o desenvolvimento de práticas e tecnologias de cuidado de enfermagem obstétrica que colaborem para seu conforto e bem-estar.

Leia o estudo na íntega aqui: a percepção da dor

0

Amamentação sem mistério.

Um competente time de pediatras e especialistas em amamentação apresenta de forma simples e didática as principais recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e as mais recentes evidências científicas em aleitamento materno.

Enquanto explicam porque amamentar, mostram a importância do apoio, ensinam a pega correta do bebê e apresentam soluções para os problemas mais comuns. No pano de fundo entram em cena casos reais e depoimentos emocionantes de mulheres brasileiras sobre as dores e as delícias da amamentação.

Dividido em sete capítulos temáticos, “Amamentação sem Mistério” (97 min) é uma iniciativa do GAMA – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (www.maternidadeativa.com.br) em parceria com a produtora Boa Hora Filmes (www.boahorafilmes.com.br), com o objetivo informar e ajudar profissionais de saúde, grupos de apoio e mães que amamentam.

Clique aqui para comprar

0

imagem: capa da revista La Santé de l’homme n° 408

A revista francesa La Santé de l’homme (A Saúde Humana), do Instituto Nacional de Educação e Prevenção da Saúde da França, publicou na edição nº 408 (julho a outubro de 2010) a experiência do governo brasileiro na gestão das políticas públicas de incentivo ao aleitamento materno. O texto traz informações sobre o histórico da amamentação no Brasil, as iniciativas criadas pelo Ministério da Saúde para aumentar as taxas de amamentação e os desafios e obstáculos que o País ainda enfrenta. O conteúdo foi publicado a partir da página 34, nessa edição criada especialmente para tratar do tema do aleitamento materno na França e no mundo. O artigo leva a assinatura da coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Elsa Giugliani, da coordenadora substituta da AT, Lílian Cordova do Espírito Santo, e da nutricionista Carolina Belomo de Souza, do Instituto de Pesquisa e Ensino em Saúde (INPES). O Instituto Nacional de Educação e Prevenção da Saúde é uma instituição da administração pública da França criada com o intuito de zelar por um sistema de saúde pública de qualidade.

Leia o artigo traduzido: La santé de l’homme

Fonte: portal.saude.gov.br

1

Nariz entupido, pode atrapalhar a amamentação.

O queixo e o nariz do bebê, numa boa pega, devem estar bem próximos das mamas. Mesmo que o bebê fique com o nariz encostado na mama, ele tem a possibilidade de respirar normalmente. O seu queixo e o seu nariz têm a conformação anatômica própria para o encaixe na mama. Não existe a menor necessidade de puxar a mama para trás, com o objetivo de liberar o nariz, como faziam antigamente, julgando que o bebê se sufocaria mantendo o nariz encostado na mama da mãe.

Se o bebê sentir algum desconforto na posição colocada, ele mesmo afastará a cabeça para respirar melhor, já que nada está forçando a cabeça contra a mama, isto é, são os ombros, que estão apoiados no braço da mãe, e a cabeça na dobra do cotovelo, deixando o pescoço livre para movimentação.

Com o nariz entupido por algum motivo, o bebê passa a fazer respiração mista, tanto oral quanto nasal,  se o grau de obstrução for grande,  ele respirará apenas pela boca. Levando em consideração que para mamar no peito, a respiração tem que ser predominantemente nasal, o bebê sente muita dificuldade de conciliar a respiração bucal, com a sucção, levando-o assim ao estresse. O bebê chora por não conseguir sugar. Além de aumentar as chances de engasgos.

Esse episódio é muito comum nos bebês recém-nascidos, que não passam pelas contrações do parto normal, e o líquido do nariz tem que ser retirado através de aspiração artificial. Para melhor esclarecimento, os bebês que nascem de parto normal, tem o privilégio de expulsar o líquido do nariz através das contrações, poucos são os que necessitam de aspiração no pós parto imediato.

Manter as narinas limpas e desobstruídas permite a criança mamar livremente. Caso necessário, consulte o pediatra para saber a melhor forma de limpar as narinas do seu bebê, permitindo assim maior conforto para as mamadas.

Por: Fabiola Costa

0

Desejamos muito essa premiação!

Estamos na reta final do concurso de melhor blog da categoria SAÚDE.

Gostaria muito de agradecer a todos, que incentivam o Aleitamento Materno.

Aos meus clientes, mamães, papais e bebês, sem vocês meu trabalho não teria o menor sentido, MUITO OBRIGADA!

Aos amigos, pela força, todos sabem o quanto AMO o que faço!

A Gabriela e ao Dudu, por me ensinarem, o que é AMAMENTAÇÃO na prática.

Ao meu marido Sandro, por acreditar que é possível compartilhar a AMAMENTAÇÃO, mesmo sendo PAI.

Quem não votou, ainda pode votar.

http://www.topblog.com.br/2010/index.php?pg=Busca&c_b=189588

Clique no link acima, na página do TOPBLOG, aperte o botão votar, coloca seu nome e endereço de e-mail e confirma. Vai na sua caixa de e-mail e confirma o voto.

0

Amamentação exclusiva até o 6 mês, benefícios para imunidade.

Bebês que tomam só leite materno até 6 meses tem mais imunidade.

Bebês alimentados exclusivamente com leite materno até os seis mesBebês que tomam só leite materno até 6 meses tem mais imunidade.es de idade ganham proteção extra contra infecções, dizem cientistas gregos. O efeito observado independe de fatores como acesso à saúde e programas de vacinação, eles explicam. Segundo os especialistas da Universidade de Creta, o segredo estaria na composição do leite materno. As conclusões do estudo, que envolveu pouco mais de 900 bebês vacinados, foram publicadas na revista científica Archives of Diseases in Childhood.

A equipe ressalta, no entanto, que o benefício só ocorre quando o bebê é alimentado com leite da mãe apenas. Ou seja, acrescentar fórmulas ao leite materno não produz o mesmo efeito. Especialistas em todo o mundo já recomendam que bebês sejam alimentados somente com leite materno pelo menos durante os seis primeiros meses de vida.

Os pesquisadores gregos monitoraram a saúde de 926 bebês durante 12 meses, registrando quaisquer infecções ocorridas em seu primeiro ano de vida. Entre as infecções registradas estavam doenças respiratórias, do ouvido e candidíase oral (sapinho). Os recém-nascidos receberam todas as vacinas de rotina e tinham acesso a tratamentos de saúde de alto nível. Quase dois terços das mães amamentaram seus filhos durante o primeiro mês, mas o número caiu para menos de um quinto (menos de 20%) seis meses depois.

Apenas 91 bebês foram alimentados exclusivamente com o leite da mãe durante os seis primeiros meses. Os pesquisadores constataram que esse grupo apresentou menos infecções comuns durante seu primeiro ano de vida do que os bebês que foram parcialmente amamentados ou não amamentados. E as infecções que os bebês contraíram foram menos severas, mesmo levando-se em conta outros fatores que podem influenciar os riscos de infecção, como número de irmãos e exposição à fumaça de cigarro.

O pesquisador Emmanouil Galanakis e sua equipe disseram que a composição do leite materno explica os resultados do estudo. O leite materno contém anticorpos recebidos da mãe, assim como outros fatores imunológicos e nutricionais que ajudam o bebê a se defender de infecções. “As mães deveriam ser avisadas pelos profissionais de saúde de que, em adição a outros benefícios, a amamentação exclusiva ajuda a prevenir infrecções em bebês e diminui a frequência e severidade das infecções”, os especialistas dizem.

Fonte: terra