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Dor ao amamentar, não é mito, nem fraqueza, é verdade!

Eu e meu lindo Dudu em um momento mamá!

Dizem que amamentar não dói, porém nem tudo o que dizem é verdade. Vamos esclarecer alguns ditos.

Se o bico do peito estiver saudável, a pega do bebê no peito não deve doer. A dor nesse caso é sinal de pega errada.

Para algumas mulheres mais sensíveis, pode ocorrer um desconforto assim que o neném começa a sugar, passando logo em seguida.

Para aquelas que estão com o bico machucado, DÓI e DÓI mesmo, é uma dor danada. É importante tratar o machucado, para continuar amamentando.

Em alguns momentos, quando o bebê está mamando em um peito o outro dói, algumas sentem umas pontadas, outras umas fisgadas no bico, outras ainda formigamento, teve uma até que me relatou sentir o braço dormente. TODAS ESSAS DORES, SÃO DE DESCIDA DE LEITE. Quando o bebê mama em um, estimula a descida do outro peito.

Tem também as dores dos primeiros dias, aquelas em que o bico está calejando e fica um raladinho  igual a machucado de joelho, em uma semana, dez dias no máximo, passa. Essa também dói.

E a dor do peito cheio, ufa! Latejando, querendo explodir. É importante retirar ou colocar o bebê para mamar, para aliviar a dor.

Cabe dizer aqui, que essas são dores comuns a amamentação. Porém cada mulher representa de forma diferente seu sentimento por essa dor. Para umas é uma dor suportável, pois o prazer de amamentar é maior. Para outras é insuportável, mas com ajuda elas conseguem. E assim acontece a amamentação entre dores e prazeres esse encontro vai acontecendo naturalmente, tal qual um romance.

Para a amamentação nada é inato, tudo é aprendido, inato apenas o amor incondicional que sentimos por esses que nos sugam. E dói como dói. Mas vale a pena!

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Como estocar leite materno?

Leite materno congelado dura 15 dias, estocar em pote de vidro com tampa de plástico.

Higienizar antes o pote,  fervendo ambos (vidro e tampa por 15 min).

 

NÃO ESQUECER: Identificar com data e hora o vidro.

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Cuidados com o seio durante a gestação

Expor o seio ao sol de 05 a 10 minutos, antes das 10 horas ou após as 16 horas.

Ajuda a fortalecer a pele da aréola, diminuindo a sensibilidade do atrito da boca do bebê durante a sucção. Pele mais grossa, menos incômodo.

Evite esfregar bucha, escovas ou toalhas na região areolar (parte redonda e escura).

Evite lavar excessivamente, somente o banho diário basta!

Pense bem, nós mulheres brasileiras temos o hábito de não expor nossos seios; eles estão sempre protegidos, usamos o sutiã, blusa, vestidos e, portanto, não sofrem atritos, ou seja, ficam escondidos, e de repente você passa a esfregar buchas, toalhas, escovas, isso pode descamar (retirar a proteção natural da pele da aréola) e ainda deixar os mamilos doloridos ou com ferimentos.

Não existe nenhuma comprovação científica, que esfregar os seios durante a gestação previne rachaduras.

Evite usar óleos ou cremes na região areolar (parte redonda e escura).

Quando a mulher engravida, na região areolar aparece uns pontos salientes, que até parece “espinhas”; esses pontos são pequenas glândulas que produzem uma substância oleosa, já na medida certa para ajudar no preparo desta região quando o bebê for sugar. Os óleos e cremes comprados podem impedir a ação desta substância natural, além possibilitar reação alérgica e deixar a pele da aréola mais fina e sensível o que pode gerar rachaduras quando o bebê for levado ao seio.

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Livro: Palavra de criança – ESPETACULAR!

Lançado ontem em Minas Gerais, um delicioso livro de pérolas infantil.  Luiza Meyer, reuniu no livro Palavra de criança, frases engraçadas que rolamos de rir quando nossos queridos filhos pronunciam.

Vale a pena conferir!

]Maiores informações no seu blog: http://palavradecrianca.wordpress.com/

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SAMbebê – novo evento no RIO de JANEIRO, para mães e bebês!

ESTÉRIA DIA 15 DE MAIO –  das 15 ás 18hs.

Shows de samba e música brasileira, com artistas de primeiro time, destinados a mães e pais, que entre uma mamada e uma troca de fralda, querem se divertir e retomar sua vida cultural.

SAMbebê é diferente de outros shows porque o ambiente é especialmente preparado para receber bem os bebês! Para que o ambiente seja acolhedor, não é permitido fumar, o som é mais baixo que em shows regulares, há um trocador à disposição e tapetinhos com brinquedos no chão.

O projeto é focado nas mães e pais e seus bebês. Mas todos que gostam de boa música são bem-vindos!

LOCAL: DRINK CAFÉ: Rua General Dionísio, 11 – Humaitá – RJ

Veja a programação musical em http://www.sambebe.com.br

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Curso Amamentação para gestantes

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Febre Amarela e Amamentação

ATENÇÃO, ATENÇÃO!!!!

Saiu uma nota técnica do Ministério da Saúde, no dia 14/01/21010, relatando o seguinte:

” Com o aumento do uso da vacina na re-emergência do vírus da febre amarela em 2007, o Sistema de Informações de Vigilância de Eventos Adversos Pós-vacinais (SI-EAPV), registrou um aumento de eventos adversos graves (EAG)  associados à vacina de febre amarela atenuada (VFA). Diante deste fato, a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) reuniu o grupo assessor para eventos adversos pós-vacinais (EAPV) para analisar os casos registrados. Essa análise resultou no estudo e classificação de 112 casos compatíveis com as seguintes síndromes clínicas: 18 com doença viscerotrópica aguda (DVA) e 94 como doença neurotrópica aguda (DNA) e doença neurológica auto-imune (DAA). Dentre os casos neurológicos confirmados, dois foram classificados como provável transmissão do vírus vacinal pelo aleitamento materno em recém nascidos de amamentação exclusiva, após a administração da VFA (atenuada) em suas mães.

No entanto deve-se evitar a vacinação de febre amarela em mulheres que estão amamentando.

Em caso de necessidade extrema de vacinação, deve-se orientar a mulher a retirar leite materno e armazenar, para utilizá-lo no período de viremia que dura 14 dias.

Para quem tem necessidade extrema de vacinação é importante procurar o Banco de Leite Humano mais próximo de seu domicílo para maiores orientações sobre retirada e armazenamento de leite humano.

Clique para ver  na íntegra a nota do ministério da saúde: febre amarela