Videos da Campanha - WABA
23 Junho 2008Quando nasce o amor…
13 Junho 2008A questão básica é: como se desenvolve a capacidade de amar? A resposta a isso é: no começo da vida. Este momento é um turning point da história de vida do ser humano e podemos compreender sua importância fazendo uso de alguns dados científicos. Para a mãe poder dar à luz é preciso que libere determinados hormônios que compõem um coquetel. Esse coquetel, chamado coquetel do amor, é igual para todos os mamíferos. Para o ser humano até há pouco tempo era impossível dar à luz sem a produção e liberação deste coquetel.
Hoje os partos acontecem sem a liberação do hormônio do amor. Há ainda muitas mulheres que no parto normal dão à luz com hormônio sintético. O hormônio sintético bloqueia a liberação das drogas naturais do organismo que possuem efeitos comportamentais. A utilização de drogas sintéticas é tão rotineira que uma mulher que deu à luz sem drogas tem uma alta probabilidade de receber uma injeção de ocitocina para facilitar a dequitação da placenta. O efeito disso é bloquear a liberação da ocitocina natural, hormônio do amor.
Nos encontramos, portanto, numa situação inusitada na História da Humanidade: a grande maioria das mulheres do mundo dá à luz sem amor.
O que vai acontecer após 3-4 gerações? O que será de nossa civilização?
É de fundamental importância redescobrir as necessidades básicas das mulheres durante o trabalho de parto e o parto: são necessidades iguais àquelas de todos os outros mamíferos. Para estes como para elas, a adrenalina inibe a ocitocina. A adrenalina é um hormônio que é liberado quando estamos com medo, nos sentimos observados e estamos num lugar frio. Sentir-se seguro, não ser observado e estar num lugar quentinho são necessidades básicas.
O ser humano tem um handicap, uma “deficiência”: seu alto desenvolvimento do cérebro, do neocórtex, que é o cérebro pensante. Daqui vêm às inibições. A natureza achou uma maneira de resolver esse empecilho: durante o parto se tem uma redução das atividades do neocórtex. Por isso se diz que a mulher está em “outro plano”. É importante não estimular o neocórtex, o que pode acontecer, em primeiro lugar, através da linguagem. É preciso redescobrir a importância do silêncio.
Quem sabe, no futuro, um país como o Brasil poderá ensinar ao resto do mundo que a escalada astronômica em direção à cesárea e à desconsideração dos processos fisiológicos naturais, pode ser revertida. Há razões para ser otimista.
Michel Odent - Obstetra francês pioneiro no parto na água e de cócoras radicado em Londres fundador do Centro de Pesquisa Primal, autor de diversos livros e artigos sobre parto
Pesquisa sobre o mundo emocional na paternidade
10 Junho 2008Citação
04 Junho 2008Amamentar diminui risco de artrite da mãe, diz estudo
30 Maio 2008
13 de maio, 2008 - 11h20 GMT (08h20 Brasília)
Um estudo realizado por especialistas suecos sugere que mulheres que amamentam por mais de um ano têm chances de desenvolver artrite reumatóide reduzidas pela metade.
A equipe de cientistas da Universidade de Malmo comparou 136 mulheres com artrite com 544 que não apresentavam o problema.
Eles perceberam que as que haviam amamentado por 13 meses ou mais tinham metade das chances de desenvolver a doença em relação às que nunca haviam praticado o aleitamento materno.
As mulheres que haviam amamentado durante um ano tiveram 25% menos riscos de desenvolver artrite, acrescentaram os especialistas.
Vida saudável
Segundo os cientistas, a amamentação libera grande quantidade do hormônio oxitocina, que pode reduzir os níveis de estresse, controlar a pressão sangüínea e proporcionar sensações de bem-estar.
Por outro lado, a amamentação também aumenta a carga de prolactina, estimulando o sistema imunológico e podendo ocasionar, curiosamente, a artrite reumatóide.
Os pesquisadores afirmam que estudos anteriores mostraram que as mulheres têm mais chances de desenvolver artrite logo após dar à luz e, diante dos últimos resultados, acreditam que os riscos são reduzidos com a prática da amamentação e o passar do tempo.
Os cientistas não souberam, no entanto, apontar as razões para as conclusões do estudo.
“Uma explicação poderia ser de que as mulheres que amamentam levam vidas mais saudáveis. Mas ainda não sabemos com certeza os mecanismos que explicam os benefícios da amamentação a longo prazo contra a artrite”, disseram os especialistas.
A artrite é uma doença auto-imune que ocorre quando o corpo ataca as articulações, confundindo-as com corpos estranhos.
O problema afeta mais as mulheres do que os homens.
O estudo foi publico na revista especializada Annals of Rheumatic Diseases.
Crianças amamentadas são mais inteligentes, diz estudo
20 Maio 2008|
Fonte: BBC.Brasil
|
||||
Um estudo realizado por pesquisadores canadenses sugere que crianças que são amamentadas quando bebês são mais inteligentes. Os cientistas, da Universidade de Montreal, acompanharam 14 mil crianças nascidas em 31 maternidades de Belarus, do nascimento até os 6 anos e meio. Ao atingirem essa idade, elas foram submetidas a testes de QI. Os exames revelaram que as que haviam sido alimentadas exclusivamente com o leite materno marcaram 7,5 pontos a mais nas provas de inteligência verbal e 5,9 pontos a mais na pontuação geral. As crianças que receberam só o leite materno também tiveram melhor desempenho em leitura, escrita e capacidade para solucionar equações matemáticas do que as tomaram leite em pó, acrescentaram os especialistas. “Nosso estudo fornece fortes evidências de que a amamentação exclusiva e prolongada torna as crianças mais inteligentes”, afirmou o autor da pesquisa, Michael Kramer. Interação física A pesquisa, publicada na revista especializada Archives of General Psychiatry, confirma estudos anteriores, mas levanta questionamentos sobre se o leite materno, por si só, aumenta a inteligência, ou se fatores associados, como a interação mãe-bebê, também influenciam. “Ainda não está claro se os efeitos cognitivos observados se devem a algum composto do leito materno e estão relacionados às interações físicas e sociais inerentes ao ato de amamentar”, acrescentou Kramer. O leite materno contém ácidos gordos de cadeia longa essenciais para a saúde e um composto químico similar à insulina que estimula o crescimento e, sozinho, poderia impulsionar a inteligência. |
||||
Um delicioso encontro!
10 Maio 2008
Tivemos o prazer de receber no MamaMia, a enfermeira obstetra e parteira Heloísa Lessa para trabalharmos a dor no parto, foi um encontro delicioso, apimentado com o bom humor e profissionalismo da Heloísa.
Temas variados foram lenvantados tais como, o papel do homem no trabalho de parto da sua mulher, o respeito ao corpo, não controlar a dilatação faz o processo fluir, Heloísa enfocou bastante quanto a tentativa de controlar as contrações intefere na fluência da dilatação e em todo trabalho de parto, a respiração um aliado fundamental e muito mais.
Obrigada Heloísa por dividir conosco, sua sabedoria.
Agradecemos a presença de todos e aguardamos para o próximo encontro.
Parabéns Deliane pela chegada da Milena!
Fabíola Costa - mamamiaamamentar@hotmail.com - (21) 9899-4885

Escrito por mamamiaamamentar



